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Covid-19: Os 17 conselhos de um dos maiores especialistas do mundo

O virologista norte-americano Robert Ray Redfield Jr., nascido em 10 de julho de 1951, é o atual Diretor dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças e desde março de 2018 atual administrador da Agência de Substâncias Tóxicas e Registo de Doenças. O também chefe da Clínica de Doenças Infecciosas da Universidade de Maryland, nos Etados Unidos da América, apresenta 17 reflexões sobre a atual pandemia da covid-19.

As 17 reflexões de Robert Ray Redfield Jr. sobre a covid-19

1. «Talvez tenhamos de conviver com a covid-19 por vários anos. Não vamos negar nem entrar em pânico. Não vamos tornar as nossas vidas inúteis. Vamos aprender a conviver com este fato.»

2. «Não podemos destruir o novo coronavírus, que penetra nas paredes das células, apenas com as habituais regras de higiene, como lavar constantemente as mãos. A única coisa que vamos passar a fazer é ir à casa de banho mais vezes.»

3. «Apesar disto, lavar as mãos e manter distância física de dois metros é o melhor método de proteção.»

4. «Se não tem um paciente covid-19 em casa, não há necessidade de desinfetar as superfícies do lar constantemente.»

5. «Embalagens, botijas de gás, carrinhos de compras e caixas multibanco não transmitem o vírus. Lave as mãos e viva a sua vida como sempre a viveu.»

6. «A covid-19 não é uma infecção que se transmita de forma alimentar. Está associada a gotas de infecção, tal como a gripe. Não há risco comprovado de que a doença seja transmitida em alimentos.»

Perda de olfato, trocar de roupa e tomar banho no regresso a casa

7. «Pode perder o olfato com muitas alergias e infecções virais. A perda de olfato é um sintoma comum em muitas complicações, e não apenas da covid-19.»

8. «Uma vez em casa, não temos necessidade obrigatória de trocar de roupa e de ir tomar banho. A pureza é uma virtude. A paranóia.»

9. «O coronavírus não está no ar. Trata-se de uma infecção respiratória transmitida por gotículas que só acontece com o contato próximo.»

10. «O ar está limpo. Podemos caminhar pelos jardins, mantendo, naturalmente, a distância física de proteção.»

11. «O sabão normal é suficiente para eliminar o vírus que provoca a covid-19. Sabão antibacteriano nada resove. O corona é um vírus, e não uma bactéria.»

12. «Não precisa de preocupar-se com as entregas de comida em casa, ou mesmo take-away. Mas caso sinta mais confiança, pode aquecer os alimentos no microondas.»

Probabilidade de o vírus ser levado para casa na sola dos sapatos

13. «As probabilidades de levar o coronavírus para casa nos sapatos são as mesmas das de sermos atingidos pelo mesmo raio duas vezes no mesmo dia. Trabalho contra vírus há 20 anos e as infecções não se espalham assim desta forma.»

14. «Ninguém fica protegido do vírus se tomar vinagre, nem sumos, nem gengibre. Podem favorecer a imunidade, mas nunca na cura.»

15. «Usar máscara por longos períodos interfere nos níveis de respiração e de oxigénio. Use-a apenas quando o distanciamento social for impossível, principalmente em espaços confinados.»

16. «Usar luvas também é má ideia. O vírus pode acumular-se na luva e ser facilmente transmitido se tocarmos no rosto. O que fazer? Aquilo que nenhum virologista se cansará de aconselhar: lavar as mãos regularmente.»

Ficar em casa ou dar passeios, o que é melhor para a imunidade

17. «A imunidade é muito enfraquecida ao permanecermos em ambientes estéreis. Mesmo se comermos alimentos que aumentam a imunidade. Saia regularmente de casa. Vá a parques, à praia, ao campo. A imunidade é aumentada pela exposição a agentes patogéneos e não por ficar em casa a consumir alimentos fritos, condimentados, açucarados ou bebidas gaseificadas.»

Impressionante: idosa de 70 anos mostra resultado de não comer açúcar por 28 anos

A australiana Carolyn Hartz está impressionando os internautas do mundo todo. Isso porque ela tem 70 anos com o corpo e rosto completamente conservados. O segredo? Entre alguns hábitos adotados, chama atenção o de não comer açúcar há 28 anos.

Mãe de três filhos, Carolyn contou em entrevista ao Daily Mail australiano que o início do processo de abstinência do ingrediente foi difícil. Mas ela precisou fazer a mudança no cardápio após o diagnóstico de pré-diabetes aos 41 anos.

Substituição do açúcar

O processo ela explica em seu livro de receitas sem açúcar, o ‘Sugar Free Baking’. No lugar da guloseima, ela aposta no xilitol para preparar doces.

Trata-se de um adoçante natural, com baixa caloria, mas sabor semelhante ao açúcar. Ele não estimula a liberação de insulina e por isso tem baixo índice glicêmico e pode ser aliado de quem está restringindo calorias.

Para manter o hábito de não comer açúcar, ela consome proteína em todas as refeições, especialmente no almoço, pois acredita que assim os desejos por doce diminuem.

Boa forma aos 70 anos

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Carolyn gosta de praticar exercícios ao ar livre, como caminhar no parque todos os dias com seu cachorro, por 30 minutos, praticar ioga três vezes por semana e jogar tênis.

A australiana também acredita que sua boa forma se deve por mais razões, como dormir pelo menos oito horas por noite, hábito que adota há muitos anos.

“Também uso protetor solar todos os dias antes da maquiagem, e nunca passo horas em baixo do sol”, disse Carolyn, que já teve um câncer no nariz aos 30 anos, ao Daily Mail.

Meditação e gratidão fazem parte de sua rotina logo pela manhã. “Eu sou muito mais calma e intuitiva depois de começar a meditar, aos 65 anos. Por isso, nunca é tarde demais”, falou.


 

Em nossos workshops de EMAGRECIMENTO HIPNÓTICO ensinamos a “não gostar” de lixo, açúcar incluso, de modo absolutamente natural e sem sofrimento.

Próxima turma: Rio de Janeiro!
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