o-woman-thinking-facebook

Não pense numa maçã

(Este meu texto faz parte do livro “Manual Completo de PNL)

A Programação Neurolinguística (PNL) ensina, entre outras coisas, que se deve pensar e dizer aquilo que se quer, e não o contrário disso. O foco deve estar sempre no positivo, distanciando-se aqui do “pensamento positivo” – que também ajuda, mas não resolve. Positivo aqui é efetivamente qual o objetivo.

Quando Richard Bandler, co-criador da PNL, foi estudar Psicologia, percebeu que as técnicas, métodos e procedimentos estavam voltados a explicar porque as pessoas não funcionam. Felizmente esta constatação o estimulou a investir sua curiosidade no contrário, nas pessoas que efetivamente funcionam melhor. A parceria com John Grinder levou-os a estudar os estados de excelência dos grandes realizadores em diversos campos. Todos, invariavelmente, focavam no que queriam e não no contrário.
A linguagem verbal e escrita, embora representem apenas 7% da Comunicação (1), têm grande importância no processo de obtenção de objetivos, porque representam a “materialização” da representação interna. Segundo a Gramática Transformacional de Noam Chomsky (2), o que é falado ou escrito compõe a Estrutura Superficial, que é a expressão dos pensamentos, conceitos e ideias, que são a Estrutura Profunda. Ou seja, nossas palavras indicam um universo interno rico ou o contrário.

Como bem coloca Anthony Robbins, em “Desperte o Gigante Interior”, “as pessoas com vocabulário empobrecido levam uma vida emocional empobrecida; as pessoas com um vocabulário rico possuem uma palheta multicolorida para pintar suas experiências, não apenas para os outros, mas também para si mesmas. Apenas pela mudança de seu vocabulário habitual – as palavras que você usa sistematicamente para descrever emoções de sua vida –, você pode no mesmo instante mudar como pensa, como sente e como vive”. Eis aqui a chave para proporcionar a si mesmo experiências internas e externas mais positivas e enriquecedoras: “Uma seleção eficaz de palavras para descrever a experiência de nossas vidas pode expandir nossas emoções mais fortalecedoras. Uma seleção de palavras inferior pode nos destruir com a mesma certeza e rapidez. As pessoas fazem opções inconscientes nas palavras que usam; avançamos como sonâmbulos pelo labirinto de possibilidades à nossa disposição: Compreenda agora o poder que suas palavras comandam se apenas as escolher com sensatez”.

Parece simples – e é. Os resultados positivos na expressão verbal e escrita dependerão exclusivamente de uma sistemática busca pela comunicação objetiva. A repetição é a mãe do aprendizado. Vou repetir: a repetição é a mãe do aprendizado. Se você ainda não expressa seus pensamentos de forma positiva, pode começar a fazê-lo agora mesmo: faça uma lista de objetivos, em diversas áreas da sua vida, pessoal, profissional, financeira, amorosa, saúde, relacionamentos, etc. O que você quer para cada uma delas, no curto, médio e longo prazo? Escreva livremente. Depois, analise com atenção sua Estrutura Superficial. Através dela pode-se mudar seu conteúdo interno, se não estiver satisfeito. Mude suas palavras para o modo afirmativo e positivo. Repita-as tantas vezes quantas forem necessárias até que passem a fazer parte de sua Estrutura Profunda.

Lembro-me quando minha mulher me pediu para ir ao supermercado e disse o que eu precisava comprar: “detergente, açúcar, ovos, azeite, limão, sabão em pó, arroz e carne. Ah, não esquece o sal!”. Eu trouxe tudo, menos o sal. Meu cérebro registrou alguma coisa como “Ah, não… Esquece o sal”. O ideal a se dizer numa ocasião dessas é “lembre-se do sal”, porque é efetivamente isto que se deseja. Lembre-se disso: esqueça o “não esqueça” e lembre-se do “lembre-se”. Sua linguagem será mais efetiva, e seus resultados também.

Nós, humanos, somos animais linguísticos. Estamos nos comunicando todo o tempo, com os outros e conosco. O resultado dessa comunicação está diretamente ligado à qualidade do conteúdo. Imagine-se indo a um restaurante e dizendo ao garçom: “Eu não quero arroz, nem macarrão. Não gosto de carne crua, nem de nada muito condimentado. Não suporto cheiro de cebola e não estou a fim de comer nada muito quente”. Pode ser o melhor restaurante do mundo, que o garçom não te servirá nada ou, pior, trará o que ele considerar como bom e saboroso. Este restaurante é a Vida. Seja específico nos seus pedidos ou ficará com fome. Seja objetivo nos seus pedidos ou terá que se contentar com o que os outros acham que você quer. Seja positivo no sentido de desejar pedir e esperar exatamente o que mais gosta. De minha parte, vou saborear um salmão grelhado com alcaparras e arroz branco bem soltinho. Está servido?!

Agora volte ao título deste texto e responda: é verde ou vermelha?!

Quando se diz o que não se quer, o resultado é exatamente o contrário do que se deseja. Se eu efetivamente quisesse que você não pensasse numa maçã, teria escrito “pense numa banana”, ou numa pêra, melancia, uva, kiwi, goiaba

Notas:

(1)Albert Mehrabian, professor emérito de psicologia da Universidade da Califórnia (UCLA), a partir de 1967 conduziu estudos que originaram a Teoria 7-38-55, publicada no Journal of Consulting Psychology com o título “Inference of attitudes from nonverbal communication in two channels”. O estudo indica que, no processo de comunicação, 7% do impacto da mensagem decorrem de seu conteúdo, 38% da comunicação verbal (intensidade e velocidade da voz) e 55% da linguagem não-verbal (gestos, postura, contato visual).

(2)Avram Noam Chomsky (Filadélfia, 7 de dezembro de 1928) é um linguista, filósofo e ativista político norte-americano. É professor de Linguística no Instituto de Tecnologia de Massachusetts. Seu nome está associado à criação da gramática ge(ne)rativa transformacional, abordagem que revolucionou os estudos no domínio da linguística teórica. É também o autor de trabalhos fundamentais sobre as propriedades matemáticas das linguagens formais, sendo o seu nome associado à chamada Hierarquia de Chomsky. Seus trabalhos, combinando uma abordagem matemática dos fenômenos da linguagem com uma crítica do behaviorismo, nos quais a linguagem é conceitualizada como uma propriedade inata do cérebro humano, contribuem decisivamente para a formação da psicologia cognitiva, no domínio das ciências humanas. (Fonte: Wikipédia)

(3)Anthony Robbins ou Tony Robbins (29 de fevereiro de 1960, Glendora, Califórnia) é um escritor e palestrante motivacional norte-americano. Foi responsável pela popularização da Programação Neurolinguística (PNL). Esta técnica permite utilizar os recursos de comunicação interna e externa ao indivíduo de forma mais eficiente. Seus livros foram publicados nos idiomas mais falados. Várias personalidades internacionais receberam ou têm recebido seu treinamento, tais como Erin Brockovich, Andre Agassi, Norman Schwarzkopf, Princesa Diana, Bill Clinton, Sir Anthony Hopkins, Roger Black, Martin Sheen, Arnold Schwarzenegger e Quincy Jones. Autor dos livros Poder sem Limites (1987); Desperte o Gigante Interior (1992); Passos de Gigante (1994); Mensagens de um Amigo (1995) e O Jogo do Dinheiro (2012).

pnl-parte-1

PNL – Parte 1

O Prof. Rogério Castilho inicia uma série de vídeos nos quais explica as origens e a aplicabilidade prática da Programação Neurolinguística (PNL).
Conheça, aprenda, pratique. E colha resultados MUITO positivos na sua vida!

chocolate

Compulsão por alimentos com açúcar pode se tornar vício

ESCRITO POR MARIANA BUENO www.vix.com

Ceder a uma tentação não é fácil, ainda mais quando se trata dos doces. O problema é que, mesmo sabendo que eles podem comprometer a dieta, muitas mulheres não conseguem se controlar e comer um só. “A compulsão por alimentos que são fontes de açúcar acomete em maior parte as mulheres, já que essa vontade incontrolável costuma estar associada a desequilíbrios mais comuns no sexo feminino, como desordens hormonais e alimentares, síndrome pré-menstrual, dietas restritivas, além da fadiga adrenal, caracterizada pelo cansaço em excesso”, afirma a nutricionista Cintya Bassi, do Hospital e Maternidade São Cristóvão.

Ela explica que compulsão por doces pode sim tornar-se um vício, já que, após a ingestão desses alimentos, o cérebro libera algumas substâncias químicas naturais, ligadas à sensação de prazer, os opioides. “A rotina muitas vezes carregada a que nos expomos hoje favorece a compulsão alimentar como uma espécie de compensação e válvula de escape. É comum pensarmos que somos merecedores do doce após enfrentarmos algum problema e esses alimentos funcionam como os chamados “confort food”, trazendo um alívio imediato para as sensações ruins. Porém, o cuidado deve estar em não tornar esses momentos recorrentes e sem controle. Até porque o açúcar tem poder viciante, já que o cérebro passa a solicitar mais quantidade na busca pelo efeito prazeroso”, diz. Quando além do açúcar há ainda outras substâncias com características estimulantes e antidepressivas, como é o caso do chocolate, a compulsão pode ser ainda maior. Por isso, entre todos os doces, o chocolate está sempre em primeiro lugar na lista dos mais desejados. “Ele potencializa a sensação de bem-estar”, explica.

Durante o período da TPM a tendência é de que a compulsão aumente ainda mais. “Nesse período há mudanças hormonais, entre elas a queda na serotonina, hormônio associado ao sentimento de prazer, que acabam provocando uma série de sensações indesejadas, como irritação, depressão, ansiedade e dores de cabeça. Os doces ajudam a aumentar a taxa desse hormônio no sangue, por isso a busca por guloseimas se intensifica nesse período. Porém, alguns especialistas relatam que, num curto período de tempo, os níveis voltam a baixar consideravelmente, e a partir daí o desejo volta”, diz.

A boa notícia para as compulsivas é que é possível tratar o problema. “Desenvolver novos hábitos alimentares e manter uma dieta equilibrada, com alimentos que possam substituir os doces, pode auxiliar no controle da compulsão. Mas em alguns casos é necessário buscar equilíbrio físico e emocional, tornando necessária a intervenção de uma equipe multidisciplinar, que possa identificar a deficiência de micronutrientes, realizar a adequação da dieta para corrigir problemas, além de estimular atividade física que, como os doces, aumentam a liberação de serotonina e dopamina que dão a sensação de relaxamento e auxílio psicológico afim de melhorar o equilíbrio emocional”, explica.

“A quantidade diária de doces a ser consumida deve ser a menor possível, de preferência não ultrapassando 10% do valor calórico total, conforme recomendação da Organização Mundial de Saúde. Manter-se hidratada para preencher o “vazio” do estômago e evitar confundir a desidratação com fome também é uma dica que não deve ser esquecida”, diz.


Em nosso workshop de EMAGRECIMENTO HIPNÓTICO ensinamos o seu cérebro a rejeitar doces em excesso e a preferir alimentos saudáveis de maneira totalmente natural, sem sofrimentos.
Também compartilhamos a técnica do Balão Hipnótico, indicado para casos de obesidade severa.
Participe! Elimine peso sem sofrimento, e com prazer.
Próxima turma: Rio de Janeiro.

emagrecimento-rj

Informações: atendimento@rogeriocastilho.com.br

hipnose-no-cerebro

Ciência confirma influência da hipnose sobre atividade do cérebro

Para quem vive de Hipnose há 11 anos, chega a ser risível que se precise de confirmações científicas sobre um fenômeno absolutamente natural e que existe desde que existe ser humano, mas se as pessoas precisam de estudos comprobatórios, eis mais um:

 

Técnica parece induzir alterações específicas no funcionamento cerebral.

Distúrbios comportamentais e dor estão entre alvos viáveis da técnica, diz médico.

Reinaldo José Lopes Do G1, em São Paulo

A hipnose ainda projeta certa aura de mistério, mas a técnica pode ser uma ferramenta interessante para tratar uma série de distúrbios que incluem um componente mental ou emocional. Estudos recentes revelam que não há nada de mágico na hipnose: ela parece utilizar estados fisiológicos totalmente normais do cérebro para alcançar seus efeitos.

 

É o que conta o médico Osmar Ribeiro Colás, do Departamento de Medicina Comportamental da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e coordenador do grupo de estudos de hipnose da instituição. Um dos primeiros reconhecimentos abrangentes do potencial cientificamente comprovado da técnica veio em 1996, quando o Instituto Nacional de Saúde dos EUA (principal órgão de pesquisa médica do país) reconheceu sua eficácia para aliviar a dor em doenças crônicas, como o câncer.

 

“A pecha mística [da hipnose] sempre existiu e sempre vai existir, mas seu funcionamento está bem caracterizado por estudos neurológicos”, afirma Colás. Esses trabalhos usaram tomografia funcional (ou seja, técnicas que acompanham mudanças nas várias regiões do cérebro) para ver o que acontece na mente de uma pessoa hipnotizada.

 

Os resultados parecem reforçar o efeito real da técnica sobre a mente. Colás dá o exemplo dos estímulos visuais. Primeiro, os pesquisadores mostravam ao paciente não-hipnotizado uma tela totalmente preta e examinavam sua atividade cerebral. Depois, uma tela totalmente vermelha, de novo registrando o padrão de ativação do cérebro. Após hipnotizar a pessoa, eles diziam a ela que estava vendo uma tela vermelha, embora a tela real fosse preta. Voilà: o padrão cerebral dos hipnotizados era o de quem estava vendo a tal tela vermelha inexistente.

ondascerebraishipnose

 Uso variado

Segundo o médico da Unifesp, a hipnose pode ser usada como ferramenta por profissionais como médicos, psicólogos e dentistas. Para ele, a técnica se encaixa de forma mais adequada na psicoterapia cognitiva e comportamental, podendo ajudar pacientes que sofrem com distúrbios da ansiedade, depressão, fobias, várias formas de dor, além dos que lutam contra a hipertensão, asma e obesidade.

No caso da dor, acredita-se que a hipnose possa modular a resposta emocional do paciente ao problema. Como uma dor crônica causada pelo câncer, por exemplo, não inclui só o componente físico, mas também o lado emocional de lidar com o problema, seria possível desviar a atenção do paciente da situação pela qual está passando.

Segundo Colás, essa é a chave da hipnose. “Ela envolve processos fisiológicos normais, mas faz com que a atenção do paciente seja focalizada em outro aspecto, afastando as barreiras racionais que ele têm para aceitar o que está sendo dito a ele. Dessa forma, as áreas do cérebro que têm a ver com a ação desejada acabam sendo ativadas”, afirma o médico.


Quer aprender Hipnose Terapêutica?

Veja na agenda nossas próximas turmas: www.rogeriocastilho.com.br/agenda

 garantido
comida

Comida engorda mais do que você pensa

A Hipnose coletiva funciona desde sempre, com artifícios os mais variados. Todos estamos sujeitos aos seus efeitos, é importante estar atento às diversas armadilhas colocadas em nossos caminhos.
No quesito comida, fica fácil determinar se você está se alimentando ou se está apenas comendo. É só observar sua Saúde. Está bem? Continue. Não está? Preste atenção no que usa como combustível.

Veja estes dados:

Estudo mostra que os cardápios de restaurantes e lanchonetes estão errados – indicam 100 calorias a menos, em média, do que cada prato realmente contém

hipnodiabetes

Estudo conclui que hipnose reduz consequências da diabetes tipo um

Um estudo de uma investigadora da Universidade de Aveiro, divulgado esta segunda-feira, conclui que a hipnose pode minorar as consequências da diabetes do tipo um.

O trabalho da psicóloga Fabiana Rodrigues sugere que os pacientes, quando sujeitos à psicoterapia com recurso à hipnose, não só obtêm uma redução dos níveis de glicose no sangue como, por consequência, uma diminuição significativa da dose diária de insulina que administram.

“Os resultados da investigação são promissores e vão no sentido de uma redução estatisticamente significativa dos níveis de glicemia [concentração de glicose no sangue] em jovens diabéticos tipo 1 que, em alguns casos, obrigou à redução da dose diária de insulina administrada”, descreve Fabiana Rodrigues, cujo trabalho foi desenvolvido para a tese de Mestrado em Psicologia da Saúde e Reabilitação Neuropsicológica da Universidade de Aveiro.

De acordo com a investigadora, apesar de a hipnose não curar a doença diabetes tipo 1, que afeta milhões de pessoas, “ajuda na gestão da mesma, minorando as consequências e contribuindo para a melhoria da qualidade de vida dos doentes”.

Orientada pelos psicólogos Carlos Fernandes da Silva (professor no Departamento de Educação e Psicologia [DEP] da UA), Celso Oliveira (psicólogo clínico) e Agostinho D’Almeida (do Instituto Universitário da Maia), a psicóloga e atual estudante de doutoramento em Psicologia da UA testou a hipnose em jovens com diabetes do tipo um da Associação de Diabéticos do Concelho de Ovar.

A investigação decorreu em três sessões individuais de uma hora cada. Depois de ter procurado as “razões mentais que se associaram ao aparecimento da diabetes”, durante as sessões de hipnose “foram dadas sugestões, com recurso a imaginação guiada, no sentido da diminuição dos níveis de glicemia e hemoglobina glicosilada, sugestões pós-hipnóticas de mudança de estilos de vida e a habilidade para fazer auto-hipnose”, explica Fabiana Rodrigues.

No final das sessões “verificou-se uma diminuição estatisticamente significativa das glicemias” que levou mesmo à diminuição das doses diárias de insulina.

Fabiana Rodrigues garante que através desta técnica “os diabéticos podem mesmo recorrer às suas habilidades internas e fazendo auto-hipnose, a qualquer hora do dia e sem o terapeuta, podem controlar melhor os seus níveis de açúcar no sangue, concomitantemente ao uso da insulina”.

detoxemocional2

DETOX EMOCIONAL

 

 

“Detox: cardápio ideal e alimentos proibidos na dieta desintoxicante.
Atualmente a maioria das pessoas se encontra com o organismo intoxicado e inflamado, o que acaba gerando aumento de peso com facilidade e dificuldade em responder às dietas para emagrecer.”

Definição tirada do site www.vix.com, especializado em Saúde.

Pois bem; agora, vamos falar sobre o DETOX EMOCIONAL: sabe aqueles sentimentos mal resolvidos, que pesam, doem, atrapalham? Então. O DETOX EMOCIONAL visa eliminar esse lixo acumulado em forma de sentimentos negativos como raiva, culpa, medo, ansiedade, remorso, ciúmes etc. Essa porcariada toda.

Utilizamos técnicas de Psicologia Positiva, PNL, Hipnose conversacional, Aprendizagem Acelerada e Pensamento Lateral.

Mais detalhes aqui: www.rogeriocastilho.com.br/detox-emocional/detoxemocional2

acucar-perigo-saude

6 motivos que farão você banir de uma vez o açúcar do seu dia a dia

acucar perigo saude

Todo mundo sabe que ingerir açúcar em excesso engorda e oferece calorias vazias ao organismo. Mas você sabia que os malefícios deste alimento vão muito além do ganho de peso? Veja 6 fatos assustadores sobre o açúcar que vão te fazer bani-lo da dieta de uma vez por todas:

acucar perigo saude

Frutose

O açúcar refinado é composto metade por glicose e metade por frutose. Enquanto a primeira é essencial para o organismo, a segunda é absolutamente irrelevante e prejudicial. O único órgão capaz de metabolizar a frutose é o fígado, que transforma a maior parte dela em gordura. O acúmulo de gordura no fígado leva a complicações sérias, podendo evoluir para câncer e cirrose. (Crédito: Thinkstock)

acucar perigo saude 2

Vicia

Quando comemos açúcar, o hormônio dopamina é liberado no cérebro, causando a sensação de prazer. Drogas como cocaína funcionam basicamente através do mesmo mecanismo. Isso leva à ingestão abusiva e compulsiva do alimento. (Crédito: Thinkstock)

acucar perigo saude 3

Bloqueia o aviso de saciedade ao cérebro

Leptina é um hormônio secretado pelas células de gordura. Quanto mais gorda é uma pessoa, maior seu nível de leptina. Em teoria, o hormônio tem a função de avisar ao cérebro que estamos satisfeitos e que precisamos parar de comer, além de aumentar o gasto de energia. No entanto, em indivíduos obesos, apesar de estar presente em grande quantidade, a leptina não funciona propriamente… (Crédito: Thinkstock)

acucar perigo saude 4

… Esta condição é conhecida como resistência à leptina e é uma das principais razões pelas quais uma pessoa come mais calorias do que queima e se torna obesa. A frutose é uma causa conhecida da resistência à leptina, por dois motivos: a insulina bloqueia o sinal de saciedade ao cérebro e a frutose aumenta o triglicérides no sangue, que também bloqueia a ação da leptina. (Crédito: Thinkstock)

acucar perigo saude 5

Diabetes

O papel da insulina no nosso corpo é estimular que as células queimem glicose ao invés de gordura, controlando o nível de açúcar no sangue, que, em excesso, é altamente tóxico. Quando consumimos muito açúcar, as células se tornam resistentes ao efeito da insulina, elevando o nível de glicose no sangue e levando a complicações seríssimas, como síndrome metabólica, obesidade, doenças do coração e, especialmente, diabetes tipo 2. (Crédito: Thinkstock)

acucar perigo saude 6

Risco de câncer

O câncer é caracterizado pela multiplicação desregulada e acelerada das células. A insulina é um dos hormônios importantes que regulam esta multiplicação e que é prejudicado com o alto consumo de açúcar (conforme descrito no item anterior). Além disso, a ingestão de calorias em excesso associada ao sedentarismo é uma das principais causas ambientais conhecidas do câncer. (Crédito: Thinkstock)

acucar perigo saude 7

Infarto e doenças do coração

Apesar de a gordura saturada levar fama de vilã, estudos sugerem que o açúcar pode ser o grande causador de doenças cardiovasculares, uma vez que aumenta os níveis de triglicérides, colesterol ruim e glicose no sangue, além de contribuir para a obesidade. Estes efeitos podem ser percebidos em apenas 10 semanas. (Crédito: Thinkstock)


 

Com o método de EMAGRECIMENTO HIPNÓTICO você deixa de comer esse veneno de modo totalmente natural.

Próxima turma: Rio de Janeiro!

emagrecimento-rj

idosa-conservada-jovem-0517-1400x800

Impressionante: idosa de 70 anos mostra resultado de não comer açúcar por 28 anos

A australiana Carolyn Hartz está impressionando os internautas do mundo todo. Isso porque ela tem 70 anos com o corpo e rosto completamente conservados. O segredo? Entre alguns hábitos adotados, chama atenção o de não comer açúcar há 28 anos.

Mãe de três filhos, Carolyn contou em entrevista ao Daily Mail australiano que o início do processo de abstinência do ingrediente foi difícil. Mas ela precisou fazer a mudança no cardápio após o diagnóstico de pré-diabetes aos 41 anos.

Substituição do açúcar

O processo ela explica em seu livro de receitas sem açúcar, o ‘Sugar Free Baking’. No lugar da guloseima, ela aposta no xilitol para preparar doces.

Trata-se de um adoçante natural, com baixa caloria, mas sabor semelhante ao açúcar. Ele não estimula a liberação de insulina e por isso tem baixo índice glicêmico e pode ser aliado de quem está restringindo calorias.

Para manter o hábito de não comer açúcar, ela consome proteína em todas as refeições, especialmente no almoço, pois acredita que assim os desejos por doce diminuem.

Boa forma aos 70 anos

idosa conservada jovem  0517 400x800

Carolyn gosta de praticar exercícios ao ar livre, como caminhar no parque todos os dias com seu cachorro, por 30 minutos, praticar ioga três vezes por semana e jogar tênis.

A australiana também acredita que sua boa forma se deve por mais razões, como dormir pelo menos oito horas por noite, hábito que adota há muitos anos.

“Também uso protetor solar todos os dias antes da maquiagem, e nunca passo horas em baixo do sol”, disse Carolyn, que já teve um câncer no nariz aos 30 anos, ao Daily Mail.

Meditação e gratidão fazem parte de sua rotina logo pela manhã. “Eu sou muito mais calma e intuitiva depois de começar a meditar, aos 65 anos. Por isso, nunca é tarde demais”, falou.


 

Em nossos workshops de EMAGRECIMENTO HIPNÓTICO ensinamos a “não gostar” de lixo, açúcar incluso, de modo absolutamente natural e sem sofrimento.

Próxima turma: Rio de Janeiro!
emagrecimento-rj

Hipnose-que-cura

Hipnose é tratamento de baixo custo a vítimas de queimaduras na Suíça

A hipnose vem sendo cada vez mais usada nos tratamentos médicos, e hospitais da região francesa da Suíça lideram o processo. Na unidade de queimaduras graves do CHUV de Lausanne, ela é usada em base cotidiana. Um estudo demonstrou que a hipnose reduz o tempo que os pacientes passam em terapia intensiva e economiza 19 mil francos suíços por paciente, e o hospital agora deseja expandir essa prática a outros departamentos.

“Se a hipnose fosse um medicamento, já estaria sendo usada em todos os hospitais, mas, porque é uma abordagem, precisa superar barreiras culturais”, diz Pierre-Yves Rodondi, médico do Instituto Universitário de Medicina Social e Preventiva, no CHUV. “Estamos avaliando em que áreas usar a hipnose, e existe muita demanda por isso no hospital”, explica o diretor do centro de medicina suplementar e complementar.

No CHUV, a hipnose não desperta imagens de pessoas reduzidas à condição de zumbis, manipuladas por mágicos de jaleco branco. Nada disso. O pragmatismo superou todos os temores. “Há estudos científicos, infelizmente ignorados por grande parte da comunidade médica, que demonstram a efetividade da hipnose na administração da dor; é uma ferramenta que deveria ser integrada ao tratamento. Funciona para quase todos, mesmo para os céticos”, explica Rodondi.

De fato, de acordo com um estudo científico executado pelo Hospital da Universidade de Lausanne (CHUV), e publicado pela revista científica “Burns”, a hipnose ajuda os pacientes com queimaduras severas a se recuperarem mais rápido e reduz o custo da terapia; reduz a ansiedade, o uso de medicamentos, a necessidade geral de anestésicos e, em média, diminui em cinco dias a passagem dos pacientes pela unidade de terapia intensiva.

Com a economia média de 19 mil francos suíços por paciente, bastaria tratar por hipnose nove vítimas de queimadura ao ano para cobrir o custo de um especialista nesse campo.

TRATAMENTO DE BAIXO CUSTO PARA QUEIMADURAS

O estudo –conduzido com 23 pacientes vítimas de queimaduras severas tratados por hipnose e um grupo de controle de pacientes tratados tradicionalmente– gerou resultados muito positivos. Para o grupo tratado por hipnose, a dor e a ansiedade diminuíram significativamente; o número de sessões psiquiátricas foi reduzido e as doses de opiáceos e sedativos administrados para tratar de intervenções médicas ou cirúrgicas muito dolorosas também foi reduzido.

Os ferimentos se curam mais rápido, como comprovado pela redução no número de enxertos de pele aplicados ao grupo dos “hipnotizados”. “Isso pode se relacionar a um nível de estresse mais baixo, mas essa é apenas a nossa hipótese”, disse Maryse Davadant, enfermeira na unidade de terapia intensiva e pioneira no uso de hipnose pelo CHUV.

“Em média, começamos a primeira sessão alguns dias depois da internação do paciente, quando ele já não está entubado e incapaz de se concentrar. Ensinamos ao paciente como se hipnotizar; essa é uma ferramenta que ele sempre terá, e os efeitos analgésicos perduram mesmo depois da terapia. Temos dois enfermeiros na unidade de terapia intensiva que só fazem hipnose”, explica Davadant.

Quando perguntada sobre as reações dos pacientes, Davadant disse que “oferecemos essa opção a todos os pacientes; alguns já a conhecem, e se interessam. Outros são mais céticos. Mas quase todo mundo escolhe experimentar, e termina satisfeito”. No entanto, nem todos os pacientes de queimaduras podem ser tratados por hipnose, especialmente no caso de pacientes mais idosos, confusos ou sob a influência de drogas.

FUNCIONA COMO MORFINA NO CÉREBRO

Já que os medicamentos estão se tornando cada vez mais tecnológicos, é difícil criar uma aliança terapêutica cujo foco seja o paciente. “A hipnose torna a medicina mais humana. Além disso, as equipes de gestão de hospitais compreenderam os benefícios da hipnose: ela acelera a cura, aumenta a satisfação do paciente, encurta as internações e economiza dinheiro”, diz o psiquiatra Eric Bonvin, especialista em hipnose e professor do Departamento de Psiquiatria da Universidade de Lausanne.

Ele explica o que acontece no cérebro: “A hipnose ativa as áreas da imaginação. Tudo é visto como se fosse verdade. A imaginação é um aliado poderoso contra o medo e contra a dor. A hipnose tem efeito semelhante ao da morfina, agindo sobre as áreas da percepção de dor e alterando essa percepção, ou mesmo eliminando-a de todo. Há efeitos de ilusão: para uma criança que tem medo de injeções, desenhamos um elefante em sua pele e dizemos que a agulha está picando o animal, e que a criança brincando com aquela imagem nada sentirá; a imaginação desativa o sinal de alerta de dor”. O estudo do processo ajuda a compreender o potencial da hipnose: “Ao alterar o foco, você pode esquecer a dor. Como a vítima de um acidente que ajuda os demais envolvidos, sem sentir a própria dor”, ele diz.

“Quanto mais dor eu sinto, mais medo e ansiedade tenho, o que por sua vez intensifica a dor. É um círculo vicioso que a medicação não consegue romper, enquanto a hipnose é uma boa solução”, conclui Bonvin, também diretor do Hospital Valais, em Sion. “Estamos introduzindo a hipnose”.

A prova de que a hipnose terá papel cada vez mais central na terapia pode ser encontrada no Instituto de Hipnose da Romandia [Suíça Francesa], que treina 40 novos especialistas a cada ano: médicos, psicólogos, dentistas, enfermeiros, parteiros etc. Esses especialistas trabalham em seus próprios campos sem treinamento adicional e são reconhecidos pela Associação Médica Suíça (FMH).