Mude seus pensamentos, mude sua vida

“Mude seus pensamentos criando alternativas de futuros para si mesmo. Esse simples exercício usando uma estratégia de motivação da PNL, pode levar a uma motivação maior no presente.

Muito do que precisamos fazer requer que nós mesmos nos motivemos de uma forma intencional. As recompensas da vida não aparecem magicamente, apesar do nosso desejo infantil da gratificação instantânea e sem esforço. Você deve mudar o seu pensamento sobre isso.

Resultados positivos exigem esforço positivo. O esforço positivo exige motivação. Assim, se a sua automotivação está insuficiente para fazer algo que você precisa fazer, você está no lugar certo. Veja como o método de alternar futuros funciona para inspirá-lo a começar a trabalhar produzindo resultados.

Veja o que fazer para mudar o seu pensamento, especificamente…

1) liste as razões de porquê você deseja mudar.

2) imagine, em detalhes, as consequências (de não fazer isso) que você inevitavelmente sofrerá no futuro.

3) imagine, em detalhes, os benefícios que você vai colher no futuro, se você fizer isso.

Por exemplo:

Perder peso e entrar em forma não acontece só porque você quer. E o pior, na maioria das vezes, só desejamos estar em forma e acabamos muito aquém do puro desejo de fitness e saúde. Então, vamos aplicar o processo de alternativas do futuro para mudar o seu pensamento.

Primeiro passocomeçamos listando as razões porque queremos perder peso:

• mais energia

• melhor saúde

• maior autoestima

• alívio da dor nas costas e nas articulações

etc… Você pode listar tantas razões quantas quiser.

Segundo passo: imagine, em detalhes, sofrendo as consequências de não fazer o que você precisa fazer.

Então, por exemplo, você está com chagas no pé causadas pela diabete. Ou precisa de cirurgia na coluna. Sem energia e dependendo de outras pessoas para cuidarem de você. Sua carreira pode ser interrompida. Sua vida certamente seria abreviada, deixando para trás entes queridos com os quais poderia ter passado mais tempo.

Não evite a possibilidade de essas coisas negativas acontecerem. Se você permanecer desmotivado e não mudar o seu pensamento, essas são possibilidades reais. Enfrente-as. Sinta-as. Mude para um futuro imaginado no qual essas possibilidades são reais. Como você gostaria que fosse a sua vida?

E então refresque as suas ideias.

Terceiro passo: imagine, em detalhes, usufruindo os benefícios futuros resultantes das ações tomadas.

Mude para um futuro imaginário no qual você se vê saudável, cheio de energia. Diga para você mesmo como está feliz cuidando de si mesmo e como realmente sente isso agora em seu corpo. Vá em frente e imagine um futuro brilhante e cheio de vida com sua saúde vigorosa e permita se sentir super satisfeito com essa perspectiva no aqui e agora.

Se esse processo fizer o que ele normalmente faz, então o seu nível de motivação vai aumentar imediatamente. Sua mente e seu corpo reagirão em contraposição aos resultados. Você estará mais motivado! Na verdade, será impossível não ficar mais motivado na hora se você seguir essas instruções.

Então, faça uma lista do que vai fazer hoje e vá atrás. Malhe enquanto o ferro está quente. Zere o marcador e repita. Não se surpreenda se precisar fazer diariamente esse exercício. Na realidade, eu recomendo.

A PNL é sobre como mudar o seu pensamento para se tornar um ser mais intencional. As estratégias de motivação são técnicas comumente ensinadas em um treinamento Practitioner de PNL que se concentra na verdadeira mudança através do nosso próprio conhecimento e de um melhor conhecimento dos outros.

As pessoas que fazem o treinamento de Practitioner de PNL acham que se tornam melhor para solucionar os problemas, atingem seus objetivos mais rapidamente e são capazes de criar relacionamentos mais fortes.”

(O artigo original “Change Your Thinking: The Alternate Futures Self-Motivation Exercise” encontra-se no site inlpcenter.org )


O texto acima mostra UMA das inúmeras possíbilidades de flexibilização do pensamento que a PNL proporciona. Tendo mais opções, você se tornará uma pessoa mais flexível.

Sendo uma pessoa mais flexível te dará mais possibilidades. Tendo mais possíbilidades, você poderá fazer mais SUCESSO na vida – seja lá o que SUCESSO signifique para você.

Como Trainer oficial da The Society of NLP, dou cursos de PNL com autorização de Richard Bandler, o co-criador da Programação Neurolinguística. Inclusive, o seu certificado será assinado pessoalmente por ele! Você terá um documento histórico, um marco da sua mudança de pensamento e de comportamento para MUITO MELHOR.

Confira nossos próximos treinamentos em www.rogeriocastilho.com.br/agenda 

 

Curso de HIPNOSE CLÍNICA em Fortaleza

A Hipnose é reconhecida pelos Conselhos Federais de Psicologia, Medicina, Odontologia, Fisioterapia e Enfermagem. Trata-se de procedimento com respaldo científico, em prol da Qualidade de Vida. Curso em Fortaleza, dias 29 e 30 de junho.

Direcionado a Psicólogos, Médicos, Terapeutas, Dentistas, Hipnólogos, Enfermeiros, estudantes destas áreas e a todos que se interessam pelo assunto. Venha aprender do zero ou aperfeiçoar seus conhecimentos.

Curso de padrão e reconhecimento internacionais, com mais de 10.000 participantes em seis países: Brasil, Colômbia, Portugal, Alemanha, Suíça e Japão.
Saiba maiswww.cursodehipnosesp.com.br

Hipnose como tese de Doutorado

Hipnose: Surpresa e Hipnoidal como Fatores da Mudança Terapêutica nos Distúrbios Emocionais

Autora: Maria Ángeles Ludeña Martins

São diversas as investigações sobre hipnose que evidenciam as expectativas (e as crenças/atitudes) sobre hipnose como determinantes da resposta às sugestões hipnóticas. Nomeadamente, que as expectativas positivas em relação à hipnose constituiriam variáveis psicológicas determinantes, não só para a ocorrência de resposta hipnótica, mas, igualmente, e em especial, no sentido da mudança terapêutica. Todavia, recentemente, diversos estudos e autores têm colocado em questão esta perspetiva (Benham, Woody, Wilson, & Nash, 2006; Lifshitz, Howells, & Raz, 2012), atribuindo às expectativas um papel muito menor quanto à magnitude da influência na responsividade hipnótica. Na sequência destas pesquisas e propostas teóricas, a que juntamos a nossa experiência com o uso de hipnose clínica, formulámos a hipótese de que a indução hipnótica/sugestões hipnóticas provocam surpresa (pela violação das expetativas) e mudança no estado psicológico da pessoa, exercendo a interação entre ambos os acontecimentos, uma influência direta na mudança terapêutica (e não as expectativas, as crenças ou as atitudes). Para realizar este estudo empregámos os seguintes instrumentos: PCI Phenomenology of Consciousness Inventory (Pekala, 2002 – Tradução e validação para a população portuguesa de Ludeña, na presente investigação), o CES-D (The Center for Epidemiologic Studies Depression Scale) de Radloff (1977, adaptado por Fagulha & Gonçaves, 2000), Escala de autoavaliação de ansiedade de Zung (Zung, 1971 – Adaptação de Vaz Serra e col. 1982), Escala de avaliação do efeito surpresa (Ludeña, 2010). Nesta investigação utilizamos uma amostra clínica de 82 pessoas com diversos distúrbios emocionais (ansiedade, depressão). As pessoas preencheram os questionários relativos à ansiedade e depressão e, posteriormente, foram expostas de forma individual a uma experiência hipnótica, em contexto clínico, com sugestões terapêuticas, sem que elas soubessem a natureza dessa experiência. Imediatamente depois da dita experiência preencheram o PCI e a escala de avaliação da surpresa. Passada uma semana, voltaram a preencher os questionários de ansiedade e depressão. As variáveis dependentes neste estudo foram a mudança terapêutica e a experiência subjectiva de hipnose (fenomenologia), sendo a mudança terapêutica operacionalizada como a diferença de ansiedade e depressão antes e depois da experiência com hipnose. O nível de surpresa e o estado hipnoidal (do PCI) foram as variáveis independentes. Tanto a análise da variância como a análise de regressão múltipla hierárquica mostraram uma significativa influência do nível de surpresa mais o estado hipnoidal na mudança terapêutica. Também se observou uma significativa e forte correlação entre estas mesmas três variáveis. Os resultados encontrados apontam para direção diferente à da implicação fundamental das crenças e das expectativas, salientando um papel decisivo para a surpresa e para o estado hipnoidal tanto no respeitante à experiência subjetiva de hipnose, como para a própria mudança terapêutica.

(Pelo link abaixo você tem acesso ao pdf com a tese completa)

https://estudogeral.sib.uc.pt/handle/10316/24523

Se fizer o que sempre fez, vai continuar obtendo o que sempre obteve

Resultados diferentes pedem ações diferentes. De nada adianta reclamar, sem ações efetivas.

1º) Defina seu objetivo

2º) Identifique a que distância você está dele

3º) Estabeleça um plano para chegar lá

4º) Aprenda com quem já chegou

5º) Faça o que precisa ser feito

Um equívoco comum nos planejamentos estratégicos é começar pelo problema. Onde colocamos o foco, é para lá que vai a nossa energia. Há pessoas que são especialistas em problemas! Para cada solução ela tem um “mas”. Experimente iniciar o processo determinando onde quer chegar, qual o seu objetivo. Depois, sim, examine a situação atual e os possíveis motivos que te levaram até ela. À partir daí, crie alternativas para chegar no seu objetivo. Quanto mais, melhor!
Uma boa maneira de atingir objetivos é estudando as estratégias de quem chegou lá primeiro que você. Pode-se fazer isso pessoalmente, por vídeos, livros, palestras, entrevistas. Sim, você pode chegar lá com suas próprias pernas, mas lembre-se: o tempo é o melhor dos professores. Pena que acaba matando todos os seus alunos…
Por último, entre em ação. O sonho é o pai e a ação é a mãe das realizações. Conheço gente que só sonha; com uma “vida melhor”, com realizações, com conquistas, só sonha. Não faz nada efetivo. Vai chegar lá nunca.

E você, o seu objetivo é motivador o suficiente para te mover em direção a ele? Então…

 

 

Hipnose contra a síndrome do intestino irritável

Estudo indica que a técnica pode aliviar os sintomas desse problema. Conheça esse e outros tratamentos

Marcada por dor abdominal e constipação ou diarreia, a síndrome do intestino irritável afeta duas em cada dez pessoas e, infelizmente, não dispõe de nenhum tratamento que seja 100% eficaz. Mas pesquisadores da Universidade de Utrecht, na Holanda, identificaram o valor de uma nova possibilidade terapêutica: a hipnose.

O trabalho, publicado no periódico médico The Lancet, recrutou 354 voluntários. Uma parcela deles recebeu aulas sobre o problema, enquanto a outra parte teve dois encontros semanais com um especialista em hipnose durante 45 dias.

Ao longo das sessões, os indivíduos ficavam concentrados e escutavam mensagens sugerindo que eles tivessem maior controle sobre o aparelho digestivo. Resultado: o segundo grupo relatou menos incômodos gastrointestinais.

Os efeitos puderam ser sentidos por até nove meses. “Sabemos que fatores emocionais podem desencadear a síndrome e é preciso cuidar deles ao longo do processo de recuperação”, observa o gastroenterologista Flávio Quilici, professor da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (SP).

O tratamento atual contra a síndrome do intestino irritável

Remédios: diminuem os espasmos e as contrações que provocam a dor na barriga, principal característica da síndrome.

Psicoterapias: se preocupam com os sentimentos negativos e a ansiedade, gatilhos importantes para as crises.

Alimentação: médico e nutricionista individualizam o cardápio segundo o perfil e as queixas de cada pessoa.

Exercícios: fazem parte das mudanças no estilo de vida, pois ajudam a manter um bom fluxo no trânsito intestinal.

Cientistas usam hipnose para simular efeitos da sinestesia

Para a maioria de nós, cheiros não possuem cores, assim como cores não possuem forma. A não ser que você seja um sinestésico. Para estas pessoas, os estímulos do mundo exterior são mistos: alguns são capazes de provar palavras ou ouvir flashes de luz. Até agora, o resto de nós tinha que se contentar com nossos sentidos comuns. Mas novas pesquisas sugerem que é possível usar sugestões hipnóticas para produzir alucinações visuais que refletem comportamentos similares à sinestesia.
Uma equipe de pesquisadores da Universidade de Skövde, na Suécia, e da Universidade de Turku, na Finlândia, decidiu descobrir se experiências sinestésicas são imutáveis e exclusivas para as pessoas que possuem essa condição ou se outras pessoas podem ser condicionadas a sentir essas experiências também.
As estimativas colocam a prevalência da sinestesia entre uma em cada 200 pessoas e uma em cada 20.000. Ela se apresenta de várias maneiras, desde sons vistos como cores até a rara capacidade de sentir um toque experimentado por outra pessoa. O que todos têm em comum é a percepção de uma sensação geralmente causada por um estímulo diferente. Os cientistas atualmente acreditam que a condição é causada por algum tipo de “fiação cruzada” neurológica que acontece durante o desenvolvimento do cérebro.
Hipnose
Algumas pesquisas anteriores já exploraram a produção de experiências de sinestesia quimicamente, mas os resultados não foram conclusivos. Mas outras mostraram que efeitos semelhantes podem ser replicados usando sugestões hipnóticas. Para testar esse método, os pesquisadores colocaram 61 voluntários de uma aula de psicologia introdutória em um teste de suscetibilidade hipnótica.

Após a triagem, 8 voluntários foram submetidos a um teste de percepção comum chamado tarefa Stroop. Metade dos voluntários eram sujeitos suscetíveis à hipnose, ​​e a outra metade era um grupo de controle, com pessoas que não eram fáceis de hipnotizar.
A tarefa envolvia nomear as cores de um conjunto de formas em uma tela.
Em seguida, os sujeitos de teste tiveram um gatilho disparado em seus cérebros através de uma sugestão hipnótica que havia sido implantada durante uma sessão anterior. Depois de ouvirem as palavras “em breve vou contar até três …”, eles foram instruídos a ver todas as formas com uma cor específica, independentemente da sua cor real. Suas respostas foram registradas, e seus olhos foram seguidos com um software de rastreamento de movimento.
Do grupo altamente hipnotizável, três mostraram através de suas respostas verbais e movimentos oculares uma forte associação de sinestesia entre o símbolo e sua cor. “Dois participantes relataram que eles experimentaram visualmente os símbolos como tendo a cor sugerida: em um caso com plena consciência de fazê-lo e em outro caso não”, diz o neurocientista Sakari Kallio, da Universidade de Skövde.

Um terceiro mostrou alguma dificuldade adicional de nomear cores depois de ouvir as palavras do gatilho.
Por ter um número muito pequeno de voluntários, o estudo não pode ser mais do que um ponto de partida para outras pesquisas. Além disso, embora existam semelhanças com a sinestesia, é impossível estabelecer uma ligação sólida entre uma sugestão hipnótica e a própria condição apenas com base em algumas observações.
Combinado com outros estudos, entretanto, ele pode nos ajudar a entender mais sobre a relação entre percepção e sensação e a forma que nosso cérebro faz com que tudo funcione.
[Publicado em Science Alert: http://www.sciencealert.com/experience-synaesthesia-hypnosis-stroop-testsinestesia]

Passeie pelo blog. Há muitas outras matérias sobre Hipnose, PNL, Psicologia, Neurociência, Qualidade de Vida…

Não pense numa maçã

(Este meu texto faz parte do livro “Manual Completo de PNL)

A Programação Neurolinguística (PNL) ensina, entre outras coisas, que se deve pensar e dizer aquilo que se quer, e não o contrário disso. O foco deve estar sempre no positivo, distanciando-se aqui do “pensamento positivo” – que também ajuda, mas não resolve. Positivo aqui é efetivamente qual o objetivo.

Quando Richard Bandler, co-criador da PNL, foi estudar Psicologia, percebeu que as técnicas, métodos e procedimentos estavam voltados a explicar porque as pessoas não funcionam. Felizmente esta constatação o estimulou a investir sua curiosidade no contrário, nas pessoas que efetivamente funcionam melhor. A parceria com John Grinder levou-os a estudar os estados de excelência dos grandes realizadores em diversos campos. Todos, invariavelmente, focavam no que queriam e não no contrário.
A linguagem verbal e escrita, embora representem apenas 7% da Comunicação (1), têm grande importância no processo de obtenção de objetivos, porque representam a “materialização” da representação interna. Segundo a Gramática Transformacional de Noam Chomsky (2), o que é falado ou escrito compõe a Estrutura Superficial, que é a expressão dos pensamentos, conceitos e ideias, que são a Estrutura Profunda. Ou seja, nossas palavras indicam um universo interno rico ou o contrário.

Como bem coloca Anthony Robbins, em “Desperte o Gigante Interior”, “as pessoas com vocabulário empobrecido levam uma vida emocional empobrecida; as pessoas com um vocabulário rico possuem uma palheta multicolorida para pintar suas experiências, não apenas para os outros, mas também para si mesmas. Apenas pela mudança de seu vocabulário habitual – as palavras que você usa sistematicamente para descrever emoções de sua vida –, você pode no mesmo instante mudar como pensa, como sente e como vive”. Eis aqui a chave para proporcionar a si mesmo experiências internas e externas mais positivas e enriquecedoras: “Uma seleção eficaz de palavras para descrever a experiência de nossas vidas pode expandir nossas emoções mais fortalecedoras. Uma seleção de palavras inferior pode nos destruir com a mesma certeza e rapidez. As pessoas fazem opções inconscientes nas palavras que usam; avançamos como sonâmbulos pelo labirinto de possibilidades à nossa disposição: Compreenda agora o poder que suas palavras comandam se apenas as escolher com sensatez”.

Parece simples – e é. Os resultados positivos na expressão verbal e escrita dependerão exclusivamente de uma sistemática busca pela comunicação objetiva. A repetição é a mãe do aprendizado. Vou repetir: a repetição é a mãe do aprendizado. Se você ainda não expressa seus pensamentos de forma positiva, pode começar a fazê-lo agora mesmo: faça uma lista de objetivos, em diversas áreas da sua vida, pessoal, profissional, financeira, amorosa, saúde, relacionamentos, etc. O que você quer para cada uma delas, no curto, médio e longo prazo? Escreva livremente. Depois, analise com atenção sua Estrutura Superficial. Através dela pode-se mudar seu conteúdo interno, se não estiver satisfeito. Mude suas palavras para o modo afirmativo e positivo. Repita-as tantas vezes quantas forem necessárias até que passem a fazer parte de sua Estrutura Profunda.

Lembro-me quando minha mulher me pediu para ir ao supermercado e disse o que eu precisava comprar: “detergente, açúcar, ovos, azeite, limão, sabão em pó, arroz e carne. Ah, não esquece o sal!”. Eu trouxe tudo, menos o sal. Meu cérebro registrou alguma coisa como “Ah, não… Esquece o sal”. O ideal a se dizer numa ocasião dessas é “lembre-se do sal”, porque é efetivamente isto que se deseja. Lembre-se disso: esqueça o “não esqueça” e lembre-se do “lembre-se”. Sua linguagem será mais efetiva, e seus resultados também.

Nós, humanos, somos animais linguísticos. Estamos nos comunicando todo o tempo, com os outros e conosco. O resultado dessa comunicação está diretamente ligado à qualidade do conteúdo. Imagine-se indo a um restaurante e dizendo ao garçom: “Eu não quero arroz, nem macarrão. Não gosto de carne crua, nem de nada muito condimentado. Não suporto cheiro de cebola e não estou a fim de comer nada muito quente”. Pode ser o melhor restaurante do mundo, que o garçom não te servirá nada ou, pior, trará o que ele considerar como bom e saboroso. Este restaurante é a Vida. Seja específico nos seus pedidos ou ficará com fome. Seja objetivo nos seus pedidos ou terá que se contentar com o que os outros acham que você quer. Seja positivo no sentido de desejar pedir e esperar exatamente o que mais gosta. De minha parte, vou saborear um salmão grelhado com alcaparras e arroz branco bem soltinho. Está servido?!

Agora volte ao título deste texto e responda: é verde ou vermelha?!

Quando se diz o que não se quer, o resultado é exatamente o contrário do que se deseja. Se eu efetivamente quisesse que você não pensasse numa maçã, teria escrito “pense numa banana”, ou numa pêra, melancia, uva, kiwi, goiaba

Notas:

(1)Albert Mehrabian, professor emérito de psicologia da Universidade da Califórnia (UCLA), a partir de 1967 conduziu estudos que originaram a Teoria 7-38-55, publicada no Journal of Consulting Psychology com o título “Inference of attitudes from nonverbal communication in two channels”. O estudo indica que, no processo de comunicação, 7% do impacto da mensagem decorrem de seu conteúdo, 38% da comunicação verbal (intensidade e velocidade da voz) e 55% da linguagem não-verbal (gestos, postura, contato visual).

(2)Avram Noam Chomsky (Filadélfia, 7 de dezembro de 1928) é um linguista, filósofo e ativista político norte-americano. É professor de Linguística no Instituto de Tecnologia de Massachusetts. Seu nome está associado à criação da gramática ge(ne)rativa transformacional, abordagem que revolucionou os estudos no domínio da linguística teórica. É também o autor de trabalhos fundamentais sobre as propriedades matemáticas das linguagens formais, sendo o seu nome associado à chamada Hierarquia de Chomsky. Seus trabalhos, combinando uma abordagem matemática dos fenômenos da linguagem com uma crítica do behaviorismo, nos quais a linguagem é conceitualizada como uma propriedade inata do cérebro humano, contribuem decisivamente para a formação da psicologia cognitiva, no domínio das ciências humanas. (Fonte: Wikipédia)

(3)Anthony Robbins ou Tony Robbins (29 de fevereiro de 1960, Glendora, Califórnia) é um escritor e palestrante motivacional norte-americano. Foi responsável pela popularização da Programação Neurolinguística (PNL). Esta técnica permite utilizar os recursos de comunicação interna e externa ao indivíduo de forma mais eficiente. Seus livros foram publicados nos idiomas mais falados. Várias personalidades internacionais receberam ou têm recebido seu treinamento, tais como Erin Brockovich, Andre Agassi, Norman Schwarzkopf, Princesa Diana, Bill Clinton, Sir Anthony Hopkins, Roger Black, Martin Sheen, Arnold Schwarzenegger e Quincy Jones. Autor dos livros Poder sem Limites (1987); Desperte o Gigante Interior (1992); Passos de Gigante (1994); Mensagens de um Amigo (1995) e O Jogo do Dinheiro (2012).

PNL – Parte 1

O Prof. Rogério Castilho inicia uma série de vídeos nos quais explica as origens e a aplicabilidade prática da Programação Neurolinguística (PNL).
Conheça, aprenda, pratique. E colha resultados MUITO positivos na sua vida!

Compulsão por alimentos com açúcar pode se tornar vício

ESCRITO POR MARIANA BUENO www.vix.com

Ceder a uma tentação não é fácil, ainda mais quando se trata dos doces. O problema é que, mesmo sabendo que eles podem comprometer a dieta, muitas mulheres não conseguem se controlar e comer um só. “A compulsão por alimentos que são fontes de açúcar acomete em maior parte as mulheres, já que essa vontade incontrolável costuma estar associada a desequilíbrios mais comuns no sexo feminino, como desordens hormonais e alimentares, síndrome pré-menstrual, dietas restritivas, além da fadiga adrenal, caracterizada pelo cansaço em excesso”, afirma a nutricionista Cintya Bassi, do Hospital e Maternidade São Cristóvão.

Ela explica que compulsão por doces pode sim tornar-se um vício, já que, após a ingestão desses alimentos, o cérebro libera algumas substâncias químicas naturais, ligadas à sensação de prazer, os opioides. “A rotina muitas vezes carregada a que nos expomos hoje favorece a compulsão alimentar como uma espécie de compensação e válvula de escape. É comum pensarmos que somos merecedores do doce após enfrentarmos algum problema e esses alimentos funcionam como os chamados “confort food”, trazendo um alívio imediato para as sensações ruins. Porém, o cuidado deve estar em não tornar esses momentos recorrentes e sem controle. Até porque o açúcar tem poder viciante, já que o cérebro passa a solicitar mais quantidade na busca pelo efeito prazeroso”, diz. Quando além do açúcar há ainda outras substâncias com características estimulantes e antidepressivas, como é o caso do chocolate, a compulsão pode ser ainda maior. Por isso, entre todos os doces, o chocolate está sempre em primeiro lugar na lista dos mais desejados. “Ele potencializa a sensação de bem-estar”, explica.

Durante o período da TPM a tendência é de que a compulsão aumente ainda mais. “Nesse período há mudanças hormonais, entre elas a queda na serotonina, hormônio associado ao sentimento de prazer, que acabam provocando uma série de sensações indesejadas, como irritação, depressão, ansiedade e dores de cabeça. Os doces ajudam a aumentar a taxa desse hormônio no sangue, por isso a busca por guloseimas se intensifica nesse período. Porém, alguns especialistas relatam que, num curto período de tempo, os níveis voltam a baixar consideravelmente, e a partir daí o desejo volta”, diz.

A boa notícia para as compulsivas é que é possível tratar o problema. “Desenvolver novos hábitos alimentares e manter uma dieta equilibrada, com alimentos que possam substituir os doces, pode auxiliar no controle da compulsão. Mas em alguns casos é necessário buscar equilíbrio físico e emocional, tornando necessária a intervenção de uma equipe multidisciplinar, que possa identificar a deficiência de micronutrientes, realizar a adequação da dieta para corrigir problemas, além de estimular atividade física que, como os doces, aumentam a liberação de serotonina e dopamina que dão a sensação de relaxamento e auxílio psicológico afim de melhorar o equilíbrio emocional”, explica.

“A quantidade diária de doces a ser consumida deve ser a menor possível, de preferência não ultrapassando 10% do valor calórico total, conforme recomendação da Organização Mundial de Saúde. Manter-se hidratada para preencher o “vazio” do estômago e evitar confundir a desidratação com fome também é uma dica que não deve ser esquecida”, diz.


Em nosso workshop de EMAGRECIMENTO HIPNÓTICO ensinamos o seu cérebro a rejeitar doces em excesso e a preferir alimentos saudáveis de maneira totalmente natural, sem sofrimentos.
Também compartilhamos a técnica do Balão Hipnótico, indicado para casos de obesidade severa.
Participe! Elimine peso sem sofrimento, e com prazer.
Próxima turma: Rio de Janeiro.

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Informações: atendimento@rogeriocastilho.com.br

Ciência confirma influência da hipnose sobre atividade do cérebro

Para quem vive de Hipnose há 11 anos, chega a ser risível que se precise de confirmações científicas sobre um fenômeno absolutamente natural e que existe desde que existe ser humano, mas se as pessoas precisam de estudos comprobatórios, eis mais um:

 

Técnica parece induzir alterações específicas no funcionamento cerebral.

Distúrbios comportamentais e dor estão entre alvos viáveis da técnica, diz médico.

Reinaldo José Lopes Do G1, em São Paulo

A hipnose ainda projeta certa aura de mistério, mas a técnica pode ser uma ferramenta interessante para tratar uma série de distúrbios que incluem um componente mental ou emocional. Estudos recentes revelam que não há nada de mágico na hipnose: ela parece utilizar estados fisiológicos totalmente normais do cérebro para alcançar seus efeitos.

 

É o que conta o médico Osmar Ribeiro Colás, do Departamento de Medicina Comportamental da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e coordenador do grupo de estudos de hipnose da instituição. Um dos primeiros reconhecimentos abrangentes do potencial cientificamente comprovado da técnica veio em 1996, quando o Instituto Nacional de Saúde dos EUA (principal órgão de pesquisa médica do país) reconheceu sua eficácia para aliviar a dor em doenças crônicas, como o câncer.

 

“A pecha mística [da hipnose] sempre existiu e sempre vai existir, mas seu funcionamento está bem caracterizado por estudos neurológicos”, afirma Colás. Esses trabalhos usaram tomografia funcional (ou seja, técnicas que acompanham mudanças nas várias regiões do cérebro) para ver o que acontece na mente de uma pessoa hipnotizada.

 

Os resultados parecem reforçar o efeito real da técnica sobre a mente. Colás dá o exemplo dos estímulos visuais. Primeiro, os pesquisadores mostravam ao paciente não-hipnotizado uma tela totalmente preta e examinavam sua atividade cerebral. Depois, uma tela totalmente vermelha, de novo registrando o padrão de ativação do cérebro. Após hipnotizar a pessoa, eles diziam a ela que estava vendo uma tela vermelha, embora a tela real fosse preta. Voilà: o padrão cerebral dos hipnotizados era o de quem estava vendo a tal tela vermelha inexistente.

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 Uso variado

Segundo o médico da Unifesp, a hipnose pode ser usada como ferramenta por profissionais como médicos, psicólogos e dentistas. Para ele, a técnica se encaixa de forma mais adequada na psicoterapia cognitiva e comportamental, podendo ajudar pacientes que sofrem com distúrbios da ansiedade, depressão, fobias, várias formas de dor, além dos que lutam contra a hipertensão, asma e obesidade.

No caso da dor, acredita-se que a hipnose possa modular a resposta emocional do paciente ao problema. Como uma dor crônica causada pelo câncer, por exemplo, não inclui só o componente físico, mas também o lado emocional de lidar com o problema, seria possível desviar a atenção do paciente da situação pela qual está passando.

Segundo Colás, essa é a chave da hipnose. “Ela envolve processos fisiológicos normais, mas faz com que a atenção do paciente seja focalizada em outro aspecto, afastando as barreiras racionais que ele têm para aceitar o que está sendo dito a ele. Dessa forma, as áreas do cérebro que têm a ver com a ação desejada acabam sendo ativadas”, afirma o médico.


Quer aprender Hipnose Terapêutica?

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