MULHER SE FORMA EM NUTRIÇÃO AOS 87 ANOS EM JUNDIAÍ

Aos 87 anos e um diploma recém-conquistado nas mãos. Essa é Luísa Valencic Ficara, imigrante italiana que na semana passada se formou, oficialmente, em nutrição pelo Centro Universitário Padre Anchieta, em Jundiaí, interior de São Paulo.
Ao andar pelo palco para pegar o diploma, Luísa, foi aplaudida de pé pelo público que acompanhava a cerimônia.
Os cabelos brancos e o sorriso tímido indicavam a emoção. “Fui contente por terminar a minha tarefa. Achei que fosse ficar nervosa quando fosse receber o diploma, mas na hora estava bem calma”.
Dona Luísa nasceu na Itália e, durante a Segunda Guerra Mundial, veio para a América do Sul. Antes de se instalar em Jundiaí, onde vive há 40 anos, ela residiu em outros três países sul-americanos.
A decisão pelo curso foi o caminho que a idosa encontrou para “ocupar a cabeça” depois de perder o marido e a irmã.
 
“Não adianta ficar em casa que começam as dores. Dores crônicas, dores de saudade. Ter a casa vazia traz tudo isso.”
Surpresa
Dona Luísa diz que ainda lembra da expressão de surpresa do restante da turma quando entrou na sala de aula. “Eu me matriculei quando o curso já tinha começado. Quando cheguei na sala a turma ficou meio espantada. Eles devem ter pensado: ‘O que essa velha quer?’. Com o passar do tempo fui vencendo a vergonha, fiz amizade com os professores, mas o 1º ano foi o mais difícil.”
Sem conhecimentos em informática, Dona Luísa escreveu à mão todo o trabalho de conclusão do curso sobre a cana-de-açúcar no Brasil. “O que me maltratou um pouco foi que eu não sabia nada de computação”, explica.
Ela teve ajuda dos funcionários da faculdade para digitar todo o TCC para ser defendido frente à banca examinadora.
E quem pensa que a italiana encerra a vida acadêmica se engana. Luísa, que também escreve poemas e estuda alemão, inglês e francês, pretende iniciar a pós-graduação.

Quem quer arranja um jeito, quem não quer arranja uma desculpa!

A diferença entre os que realizam e os que lamentam é o tipo de história que cada um conta a si mesmo.

A escolha é sua!!!

Prof. Rogério Castilho – Mind Training

Pés no chão, cabeça nas estrelas

Há pessoas que vivem presas ao passado. “No meu tempo era melhor”, “Antigamente, havia mais respeito”, “No meu trabalho anterior era diferente” etc.

Inclusive, acho graça na expressão “no meu tempo”. Você eu não sei; o meu tempo é agora!!

Por outro lado, há os que “vivem” no futuro: “Ano que vem eu…”; “Conheço alguém que vai me arranjar um bom emprego”, “Quando eu entrar na faculdade/casar/terminar a faculdade” etc.

A pergunta que faço é: você já acordou amanhã? TODOS os dias das nossas vidas são vividos HOJE.

Portanto, viva o agora, programando seu futuro. A busca incessante pelo prazer imediato impede que se planeje, e as consequências podem ser desastrosas.

Pergunte-se sobre as consequências de suas ações, e verifique constantemente se elas estão em congruência com o seu Propósito de Vida.

o que, você não sabe qual o seu Propósito de Vida?????

Falaremos num próximo post…

Prof. Rogério Castilho – Mind Training

Este é o tipo de informação que você encontra por aqui

Veterinário atende gato de pelúcia “doente” de menina autista

Um veterinário derreteu corações no mundo todo depois de atender a um paciente especial: um gato de pelúcia. A dona, uma menina de 6 anos com autismo, estava preocupada com a saúde do felino

Por Crescer online

Dr Maioer examinando Donnie em seu consultório (Foto: Pioneer Veterinary Clinic/Susie Efigenio)

O que você faz quando seu animal de estimação está doente? Procura um veterinário? Foi exatamente isso que fez a pequena Jazmine, de 6 anos. A menina, que tem autismo, estava preocupada há dias com a saúde do amigo “Donnie”, um gato de pelúcia. Diante do sofrimento da filha, a mãe, Susie Efigenio, ligou para uma clínica de Washington, nos Estados Unidos. Por sorte, um veterinário muito simpático, o Dr. Maier, aceitou marcar uma consulta para Donnie.

Jazmine chegando na clínica com seu amigo Donnie (Foto: Pioneer Veterinary Clinic/Susie Efigenio)

Na página da clínica nas redes sociais tem foi divulgado um relato de como foi o atendimento. “Informações do paciente: Donnie, gato doméstico; Reclamação: machucado no pé direito da frente; Exame físico: coração e pulmões normais, pequena laceração no pé da frente direito; Tratamento: bandagem no pé da frente direito, continue por alguns dias; Cuidados para casa: dar amor extra e carinhos até que ele esteja melhor”, diz a publicação. “Depois de um exame minucioso e um curativo rápido, esperamos que o Donnie fique completamente recuperado”, finaliza..

O post fez sucesso nas redes sociais e o Dr. Maier ganhou milhares de admiradores. “Fé na humanidade restaurada”, escreveu um. “Que belo exemplo de bondade pura”, comenta outro. “Eu sei que a garotinha vai lembrar disso pelo resto da vida”, afirma um seguidor. Certamente, um momento pra ser lembrado pra sempre, não é?

Doutor Maier fazendo um curativo em Donnie (Foto: Pioneer Veterinary Clinic/Susie Efigenio)

Selecione o tipo de informação que você vê/lê/ouve. E o tipo de pessoa que as divulga também!
O mundo está cheiuo de gente de todo tipo, inclusive as que preferem focar no que há de positivo no ser humano.
#EstamosJuntos
Prof. Rogério Castilho – Mind Training

O que você vai dizer passa nas 3 peneiras?

Um rapaz procurou Sócrates e disse-lhe que precisava contar algo sobre alguém. Sócrates ergueu os olhos do livro que estava lendo e perguntou:

– O que você vai me contar já passou pelas três peneiras?

– Três peneiras? – indagou o rapaz.

– Sim! A primeira peneira é a VERDADE. O que você quer me contar dos outros é um fato? Caso tenha ouvido falar, mas não tem certeza da sua veracidade, a coisa deve morrer aqui mesmo.

– Suponhamos que seja verdade. Deve, então, passar pela segunda peneira: a BONDADE. O que você vai contar é uma coisa boa? Ajuda a construir ou destruir o caminho, a fama do próximo?

– Se o que você quer contar é verdade e é coisa boa, deverá passar ainda pela terceira peneira: a NECESSIDADE. Convém contar? Resolve alguma coisa? Ajuda a comunidade? Pode melhorar o planeta?

Arremata Sócrates:

– Se passou pelas três peneiras, conte! Tanto eu, como você iremos nos beneficiar. Caso contrário, esqueça e enterre tudo!

Pscioterapias e suas abordagens

Vamos aqui tratar de algumas abordagens dentro da Psicologia que tem fundamentos em bases epistemológicas divergentes porém buscam a melhora do estado emocional do indivíduo.

 Psicoterapia Cognitivo-Construtivista

Construtivismo significa organizar, dar estrutura. O modelo cognitivo apresenta o sujeito como principal responsável por suas ações no mundo e ele é ativo quando interpreta suas experiências para assimilá-las e enfim acomodá-las. Na Terapia Cognitivo-Construtivista nossas representações sobre a realidade não são determinadas pelo meio e sim construídas pelo sujeito. No modelo cognitivo-construtivista sugere-se que primeiramente sentimos algo para, em seguida, podermos pensar alguma coisa a respeito. Ou seja, o encontro de coração + cabeça é que determinam nossos comportamentos. Ao contrário da Terapia Cognitivo-Comportamental, em que primeiramente pensamos para depois sentirmos e finalmente nos comportarmos. Na Terapia Cognitivo-Construtivista as emoções estão em grande destaque pois ela passa a ser adaptativa, não precisando ser extinta. Considerando as estruturas emocionais um alicerce para a construção do conhecimento e ao criar sínteses das contradições entre o “cabeça” e o “coração”, constrói-se um significado global. A emoção contribui para a formação dos significados do nosso sistema psicológico. O funcionamento emocional é importante para a construção de significados envolvendo atividades do hipotálamo e da amígdala e quando estas circunstancias são detectadas, ou seja, alguns alarmes emocionais são acionados disparam emoções primárias, conhecidas como medo, raiva e tristeza e segundo a Cognitivo-Comportamental o primeiro mecanismo a ser disparado nessas situações onde essas emoções aparecem é o da ação e somente depois de agirmos é que vamos pensar a respeito da condição perturbadora.

Uma das metas do modelo construtivista é ajudar o sujeito na construção de um significado para que as emoções possam ser simbolizadas e significadas. Essa terapia é feita através da história do cliente, fazendo com que ele tenha um conhecimento pessoal sobre si e sobre o mundo, tomando como ponto de partida as interações pessoais e de que maneira ele faz essas representações fazendo-o entender que ele é fabricante de suas realidades. O terapeuta tem um papel passivo, pois o cliente é que é ativo e faz a construção dos significados nas experiências vividas.

A relação terapêutica é caracteriza por um vínculo criado entre o sujeito e terapeuta, podemos chamar isso de aliança terapêutica em que há colaboração e empatia. O profissional oferece apoio para que o cliente organize a sim mesmo e sua vida, fazendo uma revisão das emoções e encontrando o equilíbrio e o sentido de ordem da sua própria história.

Piscoterapia Analítico-Comportamental

A Psicoterapia Analítico-Comportamental é baseada no Behaviorismo Radical  e na Análise do Comportamento. Nessa abordagem o paciente é mais ativo no processo terapêutico e o ambiente em que vive é analisado juntamente com os seus comportamentos a fim de discriminar quais deles estão sendo mais ou menos adaptativos, desvelando de que maneira esses comportamentos estão influenciando sua vida. Ela tem como foco a pessoa em seu contexto. O objetivo é ajudar o paciente a manter comportamentos mais saudáveis que tragam menor sofrimento e mais elementos reforçadores positivos.

O terapeuta  tem que estar apto para avaliar não só o que o paciente traz como demanda textual mas também o seu estado físico, que tende a dizer muito mais sobre o seu estado interno. O modo como se comporta na sessão também diz muito do sujeito. Cabe ao terapeuta ouvir o paciente sem julgamento de suas atitudes e pensamentos, questionando apenas os pontos específicos que podem não ter ficado claros. Desta forma, possibilitando o autoconhecimento e autonomia ao paciente, fazendo com que compreenda as relações e identifique os “comportamentos-problemas”, e se torne apto a modifica-los ou mantê-los.

Psicoterapia Cognitivo-Comportamental

A Terapia Cognitivo-Comportamental é uma abordagem psicoterápica baseada na combinação dos conceitos do Behaviorismo com as teorias Cognitivas. Ela entende a forma como o ser humano interpreta os acontecimentos e de que maneira eles influenciam em suas relações e suas vidas. Trabalha e interpreta o que chamamos de Triade Cognitiva, ou seja, a visão de si, do mundo e do futuro que o cliente traz para a sessão. É uma psicoterapia estruturada, de curta duração, voltada para o presente, direcionada para solução de problemas atuais e modificação de pensamentos e comportamentos disfuncionais. O tratamento é baseado em uma conceituação ou compreensão de cada cliente. O terapeuta procura produzir a mudança cognitiva, ou seja, mudanças de pensamentos e de crenças, buscando uma mudança emocional e comportamental duradoura.

A TCC foi fundada nos anos 60 por Aron Beck e inicialmente ele propôs um modelo cognitivo da depressão e posteriormente evoluiu para a compreensão e tratamento de outros transtornos.

Entendemos que a TCC é bastante especifica, clara e direta sendo utilizada para tratar diversos transtornos e o objetivo principal é identificar padrões de comportamento, pensamento, crenças e hábitos que estão na origem do “problema”. Além disso, auxilia nas diversas questões que envolvem a vida como um todo. Entende-se que pensamento gera sentimento que gera comportamento. Portanto, se você tem pensamentos disfuncionais seus comportamentos serão disfuncionais também. E essa abordagem trabalha diretamente na mudança desses pensamentos, fazendo o levantamento das crenças do cliente. Cabe ao terapeuta auxiliar o cliente a encontrar novas possibilidades de pensamentos alternativos e mais funcionais que possibilitem uma boa adaptação à sua realidade social. Para que os resultados sejam satisfatórios o cliente deve ser colaborativo, pois as mudanças dependem dele. Para isso, é importante que ocorra uma aliança terapêutica sólida. Tem como objetivo ensinar o cliente a ser o seu próprio terapeuta, adquirindo autonomia para lidar com suas próprias questões. As sessões são estruturadas e focais e utiliza-se uma variedade de técnicas para mudança de pensamentos, humor e comportamento, fazendo a reestruturação cognitiva e comportamental que dá nome à esta abordagem.

Psicoterapia Gestaltista

A Gestalt tem origem na Alemanha com publicações de trabalhos sobre a percepção visual. Ela é uma teoria psicológica e não uma psicoterapia. Em 1972, uma brasileira, Vera Felicidade, criou a psicoterapia Gestaltista utilizando conceitos fundamentas da teoria Gestalt, estudando desta forma, o ser humano e o seu comportamento. Baseada no diálogo entre psicoterapeuta e cliente. Fundamentada na Fenomenologia e materialismo dialético. Ela busca responder o que é o ser humano, como ele se desenvolve, como fundamenta o trabalho de transformação e a visualização de uma estrutura humana. Entende o ser humano como possibilidade de relacionamento, onde perceber é conhecer, os problemas psicológicos são problemas perceptivos. Permite entender o Ego como um sistema de referência ou de arquivos vivenciais. Nesta abordagem o ser humano é considerado em sua totalidade. É o estudo da percepção que permite entender o ser total. O objetivo é ajudar o sujeito a mudar sua percepção, pois desta forma, mudam-se os comportamentos. E isso é feito através de questionamentos, pela reestruturação do campo dos problemas. Entende-se que somos o que percebemos, o que a relação com o outro possibilita ser, e ao mudar um desses referenciais mudamos a nossa percepção e o nossos comportamentos.

Como funciona a psicoterapia pela escola de Reich?

Ela vê simultaneamente os processos orgânicos e energéticos do corpo humano, fazendo uma interseção entre a medicina e a psicologia. Reich, seu fundador, encontrou base teórica em Freud e em técnicas para formular sua própria linha de pensamento em relação a cura de problemas físicos e psicológicos. Desenvolveu três técnicas energéticas: análise de caráter, vegetoterapia e orgonoterapia.

A primeira basea-se no conhecimento dos campos energéticos do corpo humano, a vegetoterapia trata-se da liberação de energias corporais que possam estar com bloqueios, fazendo a reestruturação energética e a orgonoterapia lida com a liberação da energia vital, que pode estar estagnada em algumas partes do corpo, causando enfermidade. A psicoterapia Reichiana é feita com técnicas respiratórias, posturas corporais e massagens. Trabalha com vínculos e a capacidade de cada paciente, promovendo qualidade de vida e gerando transformações positivas tanto físicas quanto emocionais. Ela cuida da saúde e ao mesmo tempo ajuda a pessoa ultrapassar obstáculos pessoais, sociais ou profissionais. Ela percebe o ser humano como uma unidade psicossomática, por isso trabalha o ser humano como um sistema integrado, onde corpo e mente fazem parte do mesmo sistema.

As emoções geram reações no corpo e vice-versa fazendo com que todo distúrbio psicoemocional esteja associado a distúrbios corporais.

Esta psicoterapia propõe um trabalho unindo a escuta clínica ao trabalho corporal, incluindo a liberação de impulsos e emoções reprimidas  associadas aos conteúdos psíquicos.

Rosana Cibok

CRP 06/141653

Vamos falar de TCC – Terapia Cognitivo-Comportamental

Dentro da Psicologia a abordagem que eu uso é a TCC. Ela é a que mais se aproxima das práticas que utilizo em consultório, cursos e palestras. Antes da Psicologia fiz várias formações em PNL (Programação Neurolinguística) e em Hipnose. Na vida acadêmica pude perceber e vivenciar algumas abordagens, pois a formação é generalista e tendo esse leque de opções, entendi que a Terapia Cognitivo-Comportamental seria a abordagem que faria uso, pra vida.
Bem, vamos lá! Então o que é TCC? É um psicoterapia estruturada, de curta duração (ufa!), voltada para o presente, direcionada para a solução de problemas atuais e modificação de pensamentos e comportamentos disfuncionais.
Ela tem três proposições: a) a cognição influencia o comportamento; b) a cognição pode ser monitorada e alterada e c) o comportamento desejado pode ser influenciado mediante a mudança cognitiva.
Ou seja: pensamento gera sentimento que gera comportamento, nos comportamos da maneira que pensamos. A maneira como pensamos influencia nosso humor e, consequentemente nossos pensamentos. Quando aprendemos a avaliar os pensamentos de forma mais adaptativa e realista, podemos melhorar nosso estado emocional, o que afeta diretamente nosso comportamento.
Um evento comum pode gerar diferentes formas de pensar e agir, mas não é o evento que gera as emoções e os comportamentos, e sim a maneira como interpretamos estes eventos. Para a TCC, fatores genéticos, ambientais, culturais, físicos, familiares, de desenvolvimento e de personalidade levam o indivíduo a vulnerabilidade cognitiva, formando suas crenças e levando as generalizações de interpretações de si, do mundo e dos outros, o que chamamos em TCC de Tríade Cognitiva.
Com as crenças disfuncionais enraizadas o indivíduo as cristaliza como verdades absolutas. O processamento de informação torna-se tendencioso fazendo com que as crenças se confirmem e o objetivo da TCC é proporcionar essas modificações, trazendo a luz as informações que possam desconfirmar as evidências contrárias.
A TCC trabalha para que seja feita a reestruturação cognitiva através da emoções e dos padrões de comportamentos que retroalimentam esse processo que se perpetuado amplificará os problemas.
Pense bem! Faça terapia. Busque ajuda profissional.

Vamos falar de alimentação saudável e qualidade de vida.

Vamos falar de alimentação saudável e qualidade de vida.

Comer bem é essencial para a melhoria da saúde e para conquistar qualidade de vida com longevidade.

O que é significa comer bem? Comer bem não é comer muito e sim comer alimentos saudáveis e que tragam colaboração para a sua saúde física e mental. Além de alimentos saudáveis é necessário que adquira hábitos saudáveis com um estilo de vida que propicie bem estar.

A correria do dia a dia leva os indivíduos a optarem por refeições rápidas, consumidas de pé, na beirada de um balcão de lanchonete e, tenha certeza que são alimentos com alto índice de gordura e sódio, além do exagero de carboidratos acompanhado de refrigerante. Estes hábitos acabam sendo levados para dentro de casa, educando a família no incentivo dos maus hábitos. É preciso levar para dentro de casa, e quando falo em casa, falo do seu corpo também, alimentos que melhorem o seu funcionamento, ajudando na concentração, disposição e bom humor. Com uma alimentação balanceada o seu nível de estresse pode diminuir fazendo com que produza uma taxa menor de toxinas para o seu organismo. Ingerindo alimentos certos é possível controlar a obesidade, os riscos de diabetes, osteoporose, problemas com colesterol entre outras doenças que atacam diretamente o cérebro e o coração.

Não existe nenhum tipo de alimento que contenha todos os nutrientes, portanto é importante que coma variedades. Quando for preparar seus alimentos, busque utilizar gordura animal ou de côco. Prefira os temperos frescos e preste atenção no sal que está utilizando. Dê preferência no preparo de sua comida e leve marmita para o trabalho, além de economizar irá ganhar mais saúde e disposição.

Procure ajuda profissional. Consulte um nutrólogo ou nutricionista. Preste atenção na pessoa mais importante do mundo que é você. Seu alimento é o seu remédio. Se você se alimenta de forma adequada, ingerindo nutrientes, tenha certeza que o risco de adquirir alguma doença diminuirá.

Passamos o dia preocupados com o trabalho, com prazo para entrega de projetos e não nos damos conta do combustível que estamos colocando em nossa máquina (corpo e mente). Como queremos que ele funcione se não nos preocupamos com a qualidade do seu combustível e de que maneira o abastecemos?

Por: Rosana Cibok

Vamos falar de angústia

Vamos falar de angústia.

Eu tenho o olhar voltado para a Terapia Cognitivo-Comportamental e para a Programação Neurolinguística, portanto quando falo em sentimentos logo remeto e os atribuo aos pensamentos: pensamento gera sentimento que gera comportamento. Como posso sentir-me angustiado sem ter pensado em algo que tenha gerado esse sentimento? Todas as vezes que você tiver uma sensação ou um sentimento que não esteja te agradando, e aqui estamos falando especificamente da angústia, repare no que está passando por sua cabeça ou o que você estava pensando no momento em que vivenciou o sentimento desagradável. Os seus pensamentos determinam os seus comportamentos. A angústia pode causar sensação de sufocamento, peito apertado, ansiedade, insegurança, falta de humor, ressentimentos, por vezes aliados a alguma dor. E com estas sensações você pode se comportar disfuncionalmente. Como por exemplo se tornar agressivo, apático, ter sono constante, comer demasiadamente ou até fazer uso de fármacos por conta de dores que você mesmo cria. A angústia também pode ser um sintoma da depressão, que nada mais é do que uma distorção na tríade cognitiva, ou seja, uma distorção na maneira como você se vê, vê o mundo e vê o futuro. Começa tendo uma visão negativa de si, interpretando suas experiências negativamente, gerando uma visão de futuro também negativa, desta forma causando todas as sensações de desconforto trazidas pela maneira como você pensa. A angústia pode aparecer frente a um acontecimento traumático e através de lembranças que causem feridas emocionais. Por isso, insisto em que você mude seus pensamentos.

Falar parece fácil? E é. Vou dar uma dica: construa uma placa com a palavra PARE, e todas às vezes que tiver uma sensação que não te agrade, levante esta placa na sua frente. Caso não tenha a placa fisicamente, construa uma imagem mental com ela e a levante do mesmo jeito. Isso tirará você do pensamento que estava causando a sensação e te levará a pensar em outra coisa. Pode parecer que esteja apenas adiando a resolução do problema, mas ao contrário disso, te tirará do foco dele, pois quando estamos imersos não conseguimos enxergar saídas viáveis.

Pense melhor sobre isso.

Por: Rosana Cibok

Psicóloga e Master Practitioner em PNL

Vamos falar de autoestima

Autoestima está ligada ao julgamento que fazemos de nós mesmos e a capacidade de se gostar. A forma como nos sentimos está ligada a maneira como pensamos, portanto se temos pensamentos ruins e negativos a nosso respeito e acreditamos neles, nossa auto avaliação pode estar comprometida. Podemos dizer que somos o que acreditamos ser e, nossas crenças estão baseadas em como nos vemos, como vemos o outro e como vemos o mundo e o futuro. Se a visão que temos de nós mesmos são disfuncionais, então nossa autoestima tende a ser baixa. Podemos nos sentir disfóricos, o que pode nos levar a ter esses comportamentos disfuncionais ou ainda evitarmos formas adaptativas de nos comportarmos. Isso gera mudanças angustiantes no corpo e na mente.

Nossas crenças vão sendo construídas no decorrer da vida, começando na infância onde as compreensões se tornam verdades absolutas e duradouras. Elas podem ser tão rígidas e supergeneralizadas ao ponto de contribuírem para a construção de uma estima baixa, fazendo com que interpretemos as situações por meio das lentes de nossas crenças. Com o passar do tempo se deixarmos de enxergar as interpretações racionais, nossas crenças podem se fortalecer cada vez mais, intensificando nossa baixa estima.

Uma maneira de melhorar a qualidade de nossa estima é agir diretamente na modificação de nossas crenças, identificando as cognições mais próximas da consciência e aprendendo a manter o distanciamento delas. Fazer mudanças nos pensamentos para que eles sejam mais baseados na realidade, ajuda a nos sentirmos melhor.

A inatividade pode comprometer o nosso humor fazendo com que nos sintamos inúteis, gerando mais pensamentos disfuncionais e fazendo com que nos comportemos também disfuncionalmente, virando assim um círculo vicioso. É importante fazermos uma avaliação dos níveis de satisfação que obtemos em nossas atividades para sabermos se isso reflete os resultados que esperamos. E quando falo em satisfação refiro-me às coisas práticas diárias. Nossa auto estima pode ser encontrada no simples, no dia a dia, no vestir uma roupa e nos enxergarmos diante do espelho; no reconhecimento do seu trabalho; no seu desenvolvimento pessoal; na relação com as pessoas; na entrega que você tem à você mesmo.

A autoestima é a soma de autoconfiança com autorespeito e depende dos seus pensamentos e de como você se vê.
Busque ajuda profissional.

Rosana Cibok
CRP 06/141653

Vamos falar de Comportamento de Torcedores

Nelson Rodrigues (dramaturgo) dizia: “em futebol, o pior cego é o que só vê a bola”; “não se faz literatura, política e futebol com bons sentimentos” e, analisando essas frases podemos salientar os aspectos subjetivos que envolvem a violência. Apesar de ser um esporte com regras, princípios e normas, o torcedor vive o evento de forma exacerbada, movida pelo prazer e busca justificar sua conduta antissocial apoiados na história de rivalidade entre as torcidas. Alguns autores caracterizam esse fenômeno de “lazer desviante” que é caracterizado por condutas que ferem os princípios e normas morais de uma sociedade em que o lazer é vivido de uma forma intensa. Para entender esse tipo de violência é preciso compreender o contexto social de uma forma mais ampla, pois o futebol pode ser visto como uma expressão de representações e dramatizações da sociedade brasileira, ou seja, a partir do futebol a sociedade pode ser descoberta e também expressa suas características.

Para o torcedor, o futebol é um momento de permissividade, dos contatos verbais e corporais, da subversão dos espaços e isso combinado a outros fatores como: má organização esportiva, declarações vinculadas na mídia e questões físicas do estádio, são capazes de provocar manifestações agressivas e violentas por parte dos torcedores. Podemos arriscar dizer que o futebol pode ser visto como uma espécie de drama social com valor simbólico para os torcedores, pois pode representar conflitos que seriam menos aparentes nas relações sociais como trabalho e família.

Segundo a TCC – Terapia Cognitivo-Comportamental, “um conjunto de comportamentos identificáveis, aprendidos, empregados pelos indivíduos nas situações interpessoais para obter ou manter o reforço de seu ambiente (Kelly, 1982)” é considerado uma prática de habilidade social. O que eu quero dizer é que alguns indivíduos, ao se comportarem dentro de uma torcida, podem estar buscando aprovação social ou ainda buscando fazer parte do grupo de forma integrada. Seus pensamentos giram em torno do coletivo, como por exemplo, “só serei aceito se…”. Com isso, o comportamento se aproxima dos demais.

Para Trower, Bryant e Argyle (1978), analisam que “uma pessoa pode ser considerada socialmente inadequada se for incapaz de afetar o comportamento e os sentimentos do grupo”. Neste caso existe o compromisso do organizador da torcida em incitar e persuadir o grupo ao que os preceitos e normas dela pregam, sabendo-se que além da diversão estão preparados para a batalha, se preciso for. Falo em batalha pois em disputas sempre há duas torcidas envolvidas e dispostas a brigar pelo seu conceito do que é certo ou errado. Esse tipo de situação é considerada como situação psicologicamente “forte” que são aquelas com sinais claros que guiam esses comportamentos, ou seja, altamente estruturadas, com regras e roteiros que limitam a maior parte do comportamento que se desenvolve nelas.

Em casos de violência extrema em que se cometem crimes graves, a TCC diagnostica como carência de habilidades sociais. Alegando que o comportamento antissocial do criminoso deve-se a uma aprendizagem social ausente ou inadequada.

Indivíduos com características externalizantes, ou seja, que se expressam predominantemente em relação a outras pessoas, podem ter comportamentos antissociais, com baixo auto controle e percepção equivocada dos fatos e normas sociais. Pesquisas mostram que algumas condições familiares e sociais como pobreza, abuso, negligência, drogadição e alcoolismo dos pais estão entre os fatores de comportamentos antissociais.

Líderes de grupos que incitam a violência, vêm em sua maioria, de um repertório social empobrecido em que a falta de habilidades sociais contribui para a ausência das relações humanas harmoniosas.

Rosana Cibok – Psicóloga

CRP 06/142653