Qual o MOTIVo da sua AÇÃO?

QUAL O MOTIVO DA SUA  AÇÃO?

 

Para que você se levanta todos os dias e vai trabalhar? Já pensou nisso? Atente que a pergunta não é “Por quê?”, já que esta indagação teria uma justificativa como resposta, algo do tipo “Porque eu preciso pagar minhas contas” ou coisa parecida. A pergunta “Para quê?” elicia MOTIVAÇÃO, ou seja, o motivo da ação.

Percebe que são perguntas (e respostas) bem diferentes? Então, para que você faz o que faz? Se ainda não sabe, eu te digo. Você, eu, todos nós, fazemos o que fazemos por apenas dois motivos: evitar Dor e/ou buscar Prazer. Senão, vejamos; para que você escova os dentes? Para evitar cáries, mau hálito, dentes amarelos (fugindo da Dor) ou para sentir os dentes limpos, a boca refrescante, liberdade para sorrir sem o risco de uma sujeirinha aparente (busca do Prazer).

Pense no banho, é a mesma coisa. Tomamos para evitar a Dor da sujeira, do mau cheiro, e/ou pelo Prazer do relaxamento, da higiene corporal. Qualquer outro comportamento seguirá o mesmo padrão. Volte então à pergunta inicial e pense no motivo de você ir trabalhar todos os dias. Se é para pagar as contas, para (sobre)viver, você está sendo motivado pela Dor. Se é para crescer profissionalmente, para contribuir, para se desenvolver, a motivação é pelo Prazer.

Sim, ambas funcionam – e bem. Um bom gestor identifica o padrão do colaborador e fala com ele de modo que o toque. Dizer que “Vamos perder mercado se não vendermos mais” para alguém motivado por Prazer não funciona. Assim como “Vendendo mais, será bom pra todo mundo” não ecoa em alguém motivado pela Dor. É aí que entra a “autogestão”! Sabendo como você funciona, fica bem mais fácil de se automotivar, não é?

Talvez pareça óbvio, mas não é. Muita gente não se conhece, age no automático, vive um dia após o outro sem um propósito definido. Infelizmente, alguém aí do seu lado é “devoto de Zeca Pagodinho” e deixa a vida lhe levar. O problema é que a vida passa rápido, e quando se “desperta”, pode ser tarde demais. Elizabeth Kübler-Ross foi uma médica psiquiatra suíça que trabalhou muito tempo com cuidados paliativos em hospitais nos Estados Unidos. A Drª Elizabeth fez uma ampla pesquisa com doentes terminais, fazendo-lhes a seguinte pergunta: Se você pudesse viver novamente, o que faria diferente? A imensa maioria respondeu “Arriscaria mais”, faria mais coisas.

Vivemos amparados por uma aparente segurança, dentro da chamada “Zona de Conforto”, muitas vezes fazendo o que não gostamos, para satisfazer  nossa programação de evitar Dor ou de buscar Prazer. Bem, agora que você já sabe como funciona, que tal descobrir qual sua Motivação? Se conhecendo, você pode tirar muito mais proveito do seu modo de pensar. “OK, Professor Castilho, gostei da ideia, mas como fazer?”. Se chegou a esta pergunta, ótimo! Vamos lá!!

Nós psicólogos gostamos de fazer experimentos e de aplicar os resultados nossos e de colegas bem sucedidos. Os estudiosos da Motivação concluíram que pessoas que respondem melhor à evitação da Dor podem utilizar este mecanismo se perguntando “o que de PIOR poderia acontecer se não fizesse tal coisa?”. Com a resposta, repete-se a pergunta, e assim sucessivamente até sentir algum DESCONFORTO. Pronto, seu motor foi abastecido com um combustível eficiente!

Aqueles que se motivam pelo Prazer, devem se perguntar “o que de MELHOR vai acontecer quando eu fizer tal coisa?” e seguir com a mesma pergunta a cada resposta, até sentir   SATISFAÇÃO com a ideia que lhe surgiu à mente. Mais um motor bem abastecido!

Importante: cada resposta, em qualquer dos casos, deve ser VIVENCIADA como se estivesse acontecendo no momento. O cérebro humano não sabe diferenciar memória de imaginação, nem imaginação de realidade. Quando vivenciamos um pensamento, para nosso cérebro aquilo está efetivamente acontecendo (como nos pesadelos, que eu chamo de mentiras verdadeiras. Nada daquilo está acontecendo realmente, mas para o cérebro está, então ele dispara as reações quimico-físicas que produziria na realidade).

Agora, o “pulo do gato”: um avião com um motor só, voa. Chama-se monomotor. Porém, um avião com dois motores (bimotor) voa mais alto e mais rápido… Ou seja, é possível (e recomendável) utilizar as duas estratégias! Sim, provocar Dor e em seguira, Prazer. SEMPRE NESTA ORDEM!!! Vou dar um exemplo: digamos que uma pessoa não se sente motivada a aprender um outro idioma, mesmo sabendo o quanto isso poderia incrementar seu currículo e resultados profissionais. Ela pode fazer a alavancagem pela Dor se perguntando o que ela perde não falando aquele idioma (e vivenciando a Dor das perdas): vergonha, impotência, perda de oportunidades, sensação de obsolência etc. Quando incomodar, é a hora de partir para o Prazer. “O que eu vou ganhar falando tal idioma?” (e vivenciar o Prazer): liberdade, possibilidades, conhecimento, crescimento. Que tal??

Vale repetir: comece SEMPRE pela Dor e termine pelo Prazer, não importa qual seja o seu sistema. Assim, ao final do exercício, você estará com uma agradável sensação de possibilidades. Em minhas palestras costumo dizer que se você tem 1,50m de altura, não queira jogar basquete porque podem confundir sua cabeça com a bola. E se mede 2,0m, evite a carreira da jóquei; suas pernas vão arrastar no chão! Com isso, quero dizer para você usar o que a Natureza te deu. Os “motores” motivacionais estão instalados em todos nós. Sabendo como funcionam, podemos usar em nosso benefício.

Outra frase que repito com frequência é: Quem tem um bom PARA QUE acaba encontrando um COMO. Estabeleça objetivos nas diversas áreas da sua vida. Pessoal, Profissional, Familiar, Espiritual, da Saúde, Financeira etc. E que sus ambição seja grande. Motivo fraco, ação fraca. Não significa que você vá atingir todos eles, não é isso. Mas ao se mover em direção a algo GRANDE, mesmo que você não chegue lá, vai vivenciar tanta coisa, aprender, ensinar, trocar, viver. Viva intensamente. Evite deixar a vida te levar, ou você pode dançar…

“Seja reconhecido por suas realizações e não por suas desculpas.”

 

 

Prof. Rogério Castilho, Palestrante

Vamos falar de ansiedade

É comum as pessoas dizerem que têm ansiedade mas é importante sabermos distinguir ansiedade de imediatismo.
A ansiedade é causada por falhas no funcionamento de circuitos neurais responsáveis pela organização das reações de defesa.

Existem algumas definições para diferentes transtornos de ansiedade e eles são:

– Transtorno de pânico com ou sem agorafobia
– Agorafobia sem história de pânico
– Fobia social
– Fobia específica
– Transtorno obsessivo compulsivo
– TEPT – Transtorno de estresse pós traumático
– Transtorno de estresse agudo
– Transtorno de ansiedade generalizada

Portanto, é importante que antes de dizer que tem ansiedade, você seja avaliado por um profissional que irá mapear os seus processos mentais e dizer, especificamente, se tem ansiedade ou não. A ansiedade é uma patologia psiquiátrica e requer acompanhamento médico e terapêutico.

Se você está sendo acompanhado por profissionais acredito que já tenha ouvido falar da respiração diafragmática. Ela tem um papel importante no processo fisiológico, portanto a respiração profunda, devagar e pelo diafragma acalma.

Envie o ar inspirado para a região baixa do abdômen, abaixo das costelas. Para auxiliar, você pode imaginar que possui um pequeno balão nesta região, e intencionalmente enviar o ar para preenchê-lo.
Coloque a mão sobre a região do abdomen para ajudá-lo a perceber o ar chegando nele. Desta forma se torna possível visualizar o movimento abdominal e assim apontar a respiração correta.

Inspire pelo nariz e expire pela boca. Faça séries de 10 respirações, sempre contando e dizendo o número em voz alta, e então iniciando o ciclo respiratório em tempos iguais (por exemplo, 3 segundos para inspirar e outros 3 para expirar).

Experimente fazer este exercício e colha os benefícios.

Esta respiração oxigena o cérebro promovendo a homeostase. Qualquer pessoa pode fazer para se sentir mais tranquilo. Eu sugiro que façam todas as manhãs, antes de se levantarem.
Depois me contem como foi.

 

Cursos gratuitos

A USP disponibilizou 27 cursos para fazer online e totalmente de graça.

Faça um curso e estimule seus filhos, cônjuges, familiares, amigos , alunos e vizinhos a se aprimorarem também, vale o esforço!

Deixa de lado a TV, o WhatsApp e o Facebook e venha aprender!

Seguem os cursos e links de cada um:

1. Física Básica
http://www.veduca.com.br/cursos/gratuitos/fisica-basica

2.Gestão de Projetos
http://www.veduca.com.br/assistir/gestao-de-projetos

3.Engenharia Econômica
http://www.veduca.com.br/assistir/engenharia-economica

4.Princípios de Sustentabilidade e Tecnologias Portadoras de Inovação
http://www.veduca.com.br/assistir/principios-de-sustentabilidade-e-tecnologias-portadoras-de-inovacao

5.Gestão do Desenvolvimento de Produtos e Serviços
http://www.veduca.com.br/assistir/gestao-do-desenvolvimento-de-produtos-e-servicos

6.Liderança, Gestão de Pessoas e do Conhecimento para Inovação
http://www.veduca.com.br/assistir/lideranca-gestao-de-pessoas-e-do-conhecimento-para-inovacao

7.Gestão da Inovação
http://www.veduca.com.br/assistir/gestao-da-inovacao

8.Medicina do Sono
http://www.veduca.com.br/assistir/medicina-do-sono

9.Oceanografia – Sistema Bentônico
http://www.veduca.com.br/assistir/oceanografia-sistema-bentonico

10.Eletromagnetismo
http://www.veduca.com.br/assistir/eletromagnetismo

11.Probabilidade & Estatística
http://www.veduca.com.br/assistir/probabilidade-e-estatistica

12.Sistemas Terra
http://www.veduca.com.br/assistir/sistemas-terra

13.Produção mais Limpa (P+L) e Ecologia Industrial
http://www.veduca.com.br/assistir/producao-mais-limpa-pl-e-ecologia-industrial

14.Instrumentos de Política e Sistemas de Gestão Ambiental
http://www.veduca.com.br/assistir/instrumentos-de-politica-e-sistemas-de-gestao-ambiental

15.Fundamentos de Administração
http://www.veduca.com.br/assistir/fundamentos-de-administracao

16. Visões do Brasil, Século XIX
http://www.veduca.com.br/assistir/visoes-do-brasil-seculo-xix

17.Escrita Científica: Produção de Artigos de Alto Impacto
http://www.veduca.com.br/assistir/escrita-cientifica-producao-de-artigos-de-alto-impacto

18.Escrita Científica
http://www.veduca.com.br/cursos/gratuitos/escrita-cientifica

19.Tópicos de Epistemologia e Didática
http://www.veduca.com.br/assistir/topicos-de-epistemologia-e-didatica

20.Atualidade de Sérgio Buarque de Holanda
http://www.veduca.com.br/assistir/atualidade-de-sergio-buarque-de-holanda

21.Economia Monetária – Moeda e Bancos
http://www.veduca.com.br/assistir/economia-monetaria-moeda-e-bancos

22.Empirismo e Pragmatismo Contemporâneos
http://www.veduca.com.br/assistir/empirismo-e-pragmatismo-contemporaneos

23.Filosofia e Intuição Poética na Modernidade
http://www.veduca.com.br/assistir/filosofia-e-intuicao-poetica-na-modernidade

24.Ciência Política: Qualidade da Democracia
http://www.veduca.com.br/assistir/ciencia-politica-qualidade-da-democracia

25.História do Brasil Colonial II
http://www.veduca.com.br/assistir/historia-do-brasil-colonial-ii

26.Enunciação
http://www.veduca.com.br/assistir/enunciacao

27. Libras
http://www.veduca.com.br/cursos/gratuitos/libras

Inteligência Emocional

O psicólogo Daniel Goleman é conhecido como o ‘pai’ da Inteligência Emocional. Segundo ele, de nada adiantaria ter um alto quociente intelectual (QI) e baixa IE. Esta seria uma pessoa chamada de “gênio explosivo”, ou seja, seus resultados deixariam a desejar. Um outro psicólogo, Howard Gardner, elencou 9 tipos de inteligências:

À partir desse estudo, Goleman chegou ao conceito de Inteligência Emocional. Sou bastante propenso a concordar com ele: pouco adianta extrema inteligência em alguma área especifica sem identificação, codificação e manejo das próprias emoções.

Caso você que está lendo se identifique como uma pessoa explosiva, impulsiva, de “pavio curto”, procure ajuda especializada. Em nosso Instituto temos profissionais altamente capacitados para te ajudar. Trabalhamos com Psicologia, Hipnose clínica, PNL e Coaching. Atendemos em Fortaleza, São Paulo e Lisboa.

Informações: contato@rogeriocastilho.com.br

Com a proximidade das festas de final de ano, professor dá dicas de como usar bem seu dinheiro e não gastar além do possível

Todos os anos a história se repete, vão chegando os meses de outubro e novembro e a cidade já começa a mudar sua estrutura e decoração. São os enfeites natalinos, os cartazes de ofertas, promoções etc.

Com toda essa transformação e informação visual surge, internamente em muitas pessoas, aquela vontade de fazer a lista de presentes e começar a gastar. O problema é que, muitas vezes, esses gastos acabam se tornando maiores do que o que se planejou, se é que algo foi planejado.

Para o professor Rogério Castilho, especialista em Neurociência e Psicologia e Marketing, somos constantemente bombardeados pelo consumismo e com o gatilho de necessidade e urgência que a publicidade utiliza.

Desta forma, afirma, o professor, “o ideal é entender um pouco sobre como as propagandas influenciam na hora da decisão da compra: chamamos isso de Neuromarketing. Devemos nos fazer seguinte pergunta quando sente a necessidade ou vontade de comprar: Eu quero ou eu preciso deste produto”?

Segundo Castilho, temos a necessidade de internalizar e entender o que, de fato, iremos ganhar com a aquisição do produto em questão. “Colocar na balança a real necessidade de ter aquele bem naquele momento e de que maneira você poderia investir esse dinheiro para te trazer um bem maior. Ou seja: qual é o seu objetivo maior na vida?

A vontade de gastar fica ainda mais intensa quando os presentes são para as crianças, sejam elas filhos, sobrinhos, netos etc. Muitas vezes, dizer o “não” para elas é doloroso para ambos, mas é preciso cautela nesses casos.

“Temos valores e crenças, e cada indivíduo é único. Ajudamos na construção dos valores de nossas crianças e com o tempo essa escala vai mudando. O ideal é mostrar para elas a real importância do dinheiro. Este é um processo que deve ser iniciado desde muito cedo. Só assim as crianças começarão a também entender algumas prioridades. Não todas, afinal, são crianças”, explica o professor.

Outra situação que acaba resultando em muitos gastos nessa época são as inúmeras confraternizações. São as reuniões de trabalho, amigos do tempo de escola, faculdade, da academia e, para finalizar, a noite de natal com a família. Muitas pessoas possuem mais de cinco grupos a se encontrar no final do ano, e cada evento é um gasto a mais com comida e os famosos “amigos secretos”.

Neste caso, a dica é “procurar comparecer apenas àquelas festas que sejam de real importância, satisfaçam seus valores pessoais e que estejam dentro de sua escala de prioridade e limite de gastos. Muitas vezes o ciclo de pessoas se repete, portanto, precisamos escolher o que mais nos faz bem”, finaliza o professor.

(Publicado na mídia cearense)

5 coisas que a música pode fazer com o seu cérebro

Como sabemos, o cérebro é responsável pela percepção que temos do mundo, desde as funções mais básicas do nosso corpo até os sentimentos complexos e quase inexplicáveis passam por esse órgão. Logo, o ato de ouvir música não poderia ser diferente.

Porém, o que talvez você não saiba é que a música causa efeitos muito curiosos em nossos cérebros, chegando a influenciar, inclusive, hábitos de consumo e a forma como percebemos o passar do tempo. Confira, a seguir, uma lista de sensações e benefícios que aquele seu disco  favorito pode proporcionar.

1. Com música, o tempo passa diferente

Já percebeu que todo teleatendimento possui vinheta ou música de espera? Pois aquele toque está ali com um propósito: fazer com que o cliente não perceba que está esperando há muito tempo pelo atendimento. Isso diminui as chances de que a pessoa desligue o telefone antes de resolver o seu problema.

O mesmo truque é usado em consultórios e outros estabelecimentos com sala de espera, além de ser uma das estratégias de lojas, shoppings e mercado para fazer com que as pessoas se sintam menos apressadas durante a compra.

O que acontece, nesses casos, é que a música serve para desviar a sua atenção. Como o cérebro humano possui uma capacidade limitada de recebimento de informações, é provável que acabemos por prestar mais atenção à música do que ao movimento dos ponteiros do relógio.

Mas o contrário também pode acontecer. Ouvir música ao realizar uma tarefa importante, por exemplo, pode fazer com que a pessoa tenha a impressão de que o tempo passou mais rápido, afinal, o trabalho acaba ocupando mais “processamento” do cérebro.

E pense bem antes de escutar “aquela” porcaria enquanto espera por alguém: as músicas que você não gosta podem fazer com que três minutos pareçam 30 dentro da sua cabeça.

2. Música mexe com nosso medo instintivo

Gritos de porcos no abate foram usados na sonoplastia do filme O Exorcista (Fonte da imagem: Divulgação/Warner Bros.)

Quem já assistiu ao filme “O Exorcista” e tremeu de medo durante a cena em que o demônio é expulso do corpo de Reagan já tem uma desculpa para dar aos amigos: aqueles gritos, na verdade, não eram da atriz Linda Blair, mas de porcos sendo preparados para o abate.

Alguns sons despertam o medo no ser humano e, é claro, a indústria cinematográfica sabe muito bem disso. É por isso, por exemplo, que as cenas de suspense ou terror estão sempre acompanhadas de trilhas sonoras que ajudam a intensificar a tensão ou medo que sentimos enquanto assistimos ao filme. Isso funciona porque existem certos sons que os seres humanos irão sempre associar ao perigo iminente ou medo, como o grito de outras pessoas ou espécies de animais. Os cientistas chamam esses sons de “ruídos discordantes”.

Sendo assim, se quiser passar menos medo quando revir o filme, deixe o volume da TV no mínimo.

3. Academia e música: combinação perfeita

Muita gente gosta de ouvir música enquanto corre ou malha o corpo na academia. Curiosamente, isso é muito mais do que uma mania ou mero passatempo, já que diversos benefícios podem ser alcançados dessa forma.

Para começar, a música ajuda o atleta a obter um desempenho melhor, segurando pesos por mais tempo, reduzindo o consumo de oxigênio e concluindo corridas em menos tempo. Parte disso vem da característica citada no primeiro item desta lista: a música distrai. Dessa forma, as pessoas não se preocupam tanto com as dores que sentem nas pernas ou com quantos quilômetros ainda precisam correr.

Mas os benefícios não acabam por aí. A música também ajuda a sincronizar o exercício com o tempo musical. Dessa forma, atletas não perdem tanto tempo e esforço aumentando ou diminuindo a performance de acordo com o próprio ritmo. Como se não bastasse, o MP3 player também pode servir como analgésico para treinos que exigem muito esforço: de acordo com uma pesquisa publicada na The Cochrane Library, quem ouve música depois de ser operado sente menos dores.

4. Mais uma cerveja! E aumenta o som, DJ!

Por esta todo mundo esperava: a música que toca na balada altera a percepção humana sobre as bebidas, fazendo com que clientes consumam mais do que o normal e até solicitem determinados drinks. Quer um exemplo? De acordo com o artigo “The Effect of Background Music on the Taste of Wine” (PDF em inglês), a música clássica faz com que os clientes peçam vinhos mais caros, já que se deixam levar pela ideia de sofisticação e riqueza que circunda as obras de Mozart e outros compositores.

Além disso, outros estudos indicam que a música ambiente também altera o sabor do vinho. Dependendo da canção que está tocando, a bebida pode parecer mais refrescante ou doce do que o normal. O professor Adrian Nort, responsável pelo estudo, também constatou, em uma pesquisa anterior, que se um mercado tocasse músicas com som de acordeão, os clientes acabavam comprando mais vinhos franceses do que alemães.

É claro que isso não se restringe ao mundo dos vinhos. Músicas agitadas e com batidas fortes fazem com que as pessoas consumam mais álcool em bares e boates. Ambientes ruidosos colaboram para que as pessoas percam o bom senso e bebam mais do que o normal.

Mas quando o assunto são os restaurantes, as músicas calmas é que fazem os clientes pedir uma dose extra. Por deixarem os consumidores mais relaxados, é muito provável que eles continuem sentados e conversando, mesmo depois de terem terminado a refeição. Assim, aumentam as chances de que o consumidor peça mais uma garrafa de bebida para continuar o papo.

E caso os hits do momento tenham feito você beber demais, não se preocupe: também há dicas científicas para curar a ressaca.

5. Música melhora a comunicação

Você sempre detestou as aulas de piano ou violão que sua mãe insistia para você fazer? Pois agora, agradeça: estudar música faz com que seja mais fácil reconhecer variações sutis de emoções em outras pessoas. Além disso, em um ambiente com muito barulho, o estudante de música consegue filtrar melhor os ruídos e se concentrar na conversa de que está participando.

Experimentos atestam que estudantes de música conseguem expressar melhor suas emoções e reconhecer o estado emocional de outras pessoas com mais sensibilidade, analisando, por exemplo, o tom de voz da pessoa que estiver falando.

E mais: essa habilidade se torna mais desenvolvida de acordo com o tempo dedicado aos estudos. Portanto, lembre-se: as aulas de música tidas na infância podem ajudar alguém a se tornar um profissional com uma ótima capacidade de comunicação.

…..

Não tem desculpa para deixar a música de lado. Quem gosta de apreciar esse tipo de arte pode fazer uma playlist gratuita no youtube e se deliciar.

Som na caixa, DJ!

Cérebro pode ser treinado para curar doenças

Cientistas brasileiros desenvolveram técnica que modifica conexões e abre caminhos para tratar AVC, Parkinson e até depressão

Roberta Jansen, O Estado de S.Paulo

17 de abril de 2019

O cérebro pode ser treinado para curar as doenças que o acometem. Cientistas brasileiros acabam de apresentar uma técnica de treinamento cerebral capaz de modificar as conexões neuronais em tempo recorde. O trabalho, publicado na Neuroimage, abre o caminho para novos tratamentos para o acidente vascular cerebral (AVC), a doença de Parkinson e até a depressão.
Treinamento do cérebro
Treinamento é chamado de ‘neurofeedback’ e usa ressonâncias magnéticas Foto: Theo Marins/Instituto D’OR

O cérebro se adapta a todo momento – um fenômeno conhecido como neuroplasticidade. Essas mudanças na forma como funciona e conecta suas diferentes áreas são as bases do aprendizado e da memória.

Entender melhor essas interações permite o avanço na compreensão do comportamento humano, das emoções e também das doenças que acometem o cérebro. “Tudo o que a gente é, faz, sente, todo o nosso comportamento é reflexo da maneira como o nosso cérebro funciona”, explica o neurocientista Theo Marins, um dos autores do estudo.

Algumas doenças, segundo o especialista, alteram esse funcionamento. E o cérebro passa a funcionar de maneira doente. “Ensinar” o cérebro a funcionar de maneira correta pode melhorar os sintomas de várias doenças.

Uma das ferramentas que vem sendo utilizadas para compreender melhor essas dinâmicas é o neurofeedback. Assim é chamado o treinamento do cérebro para modificar determinadas conexões. O estudo dos neurocientistas do Instituto D’OR de Ensino e Pesquisa e da UFRJ mostrou que o treinamento é capaz de induzir essas modificações em menos de uma hora.

Para fazer o trabalho, os cientistas contaram com 36 voluntários que se submeteram a exames de ressonância magnética. A atividade neuronal captada no exame é transformada em imagens apresentadas em computadores de acordo com a intensidade. Os voluntários acompanhavam as imagens em tempo real, aprendendo a controlar a própria atividade cerebral.

Enquanto 19 participantes receberam o treinamento real, outros 17 foram instruídos com falsa informação – o que funcionou como uma espécie de placebo. Antes e depois do treino, os pesquisadores registraram as imagens cerebrais que permitiam medir a comunicação (a conectividade funcional) e as conexões (a conectividade estrutural) entre as áreas cerebrais. O objetivo era observar como as redes neurais eram afetadas pelo neurofeedback.

Antes e depois

Ao comparar a arquitetura cerebral antes e depois do treinamento, os cientistas constataram que o corpo caloso (a principal ponte de comunicação entre os hemisférios esquerdo e direito) apresentou maior robustez estrutural. Além disso, a comunicação funcional entre as áreas também aumentou. Para os pesquisadores, é como se o todo o sistema tivesse se fortalecido.

“Sabíamos que o cérebro tem uma capacidade fantástica de modificação. Mas não tínhamos tanta certeza de que era possível observar isso tão rapidamente”, conta Marins.

Desta forma, o treinamento cerebral se revelou uma ferramenta poderosa para induzir a neuroplasticidade. Agora, os pesquisadores esperam utilizá-lo para promover as mudanças necessárias para recuperação da função motora em pacientes que sofreram um AVC, que foram diagnosticados com Parkinson e mesmo com depressão.

“O próximo passo será descobrir se pacientes que sofrem de desordens neurológicas também podem se beneficiar do neurofeedback, se ele é capaz de diminuir os sintomas dessas doenças”, disse a médica radiologista Fernanda Tovar Moll, presidente do Instituto D’OR. “Ainda falta muito para chegarmos a protocolos específicos. Quanto mais entendermos os mecanismos, mais terapias poderemos desenvolver.”

Aulas de Inglês grátis!

Na próxima quarta-feira 🗓, começaremos nosso projeto ENGLISH CLASS FREE 🇺🇸, aulas de Inglês grátis na sede do meu Instituto aqui em Fortaleza🏡.

O projeto é basicamente para conversação, e aberto a quem quiser🧕🏻👳🏽‍♂️👵🏾💂🏼‍♂️👩🏼‍🌾👽. Ajude-me a divulgar, please! 🗣M

uita gente tem vontade/necessidade de falar Inglês, mas não tem condições de pagar um curso💸.

Então, quarta-feira, 19:15 🕢Traga um caderno e uma caneta para anotações📝.

See you, and let’s speak English!👌🏼

Se fizer o que sempre fez, vai continuar obtendo o que sempre obteve

Resultados diferentes pedem ações diferentes. De nada adianta reclamar, sem ações efetivas.

1º) Defina seu objetivo

2º) Identifique a que distância você está dele

3º) Estabeleça um plano para chegar lá

4º) Aprenda com quem já chegou

5º) Faça o que precisa ser feito

Um equívoco comum nos planejamentos estratégicos é começar pelo problema. Onde colocamos o foco, é para lá que vai a nossa energia. Há pessoas que são especialistas em problemas! Para cada solução ela tem um “mas”. Experimente iniciar o processo determinando onde quer chegar, qual o seu objetivo. Depois, sim, examine a situação atual e os possíveis motivos que te levaram até ela. À partir daí, crie alternativas para chegar no seu objetivo. Quanto mais, melhor!
Uma boa maneira de atingir objetivos é estudando as estratégias de quem chegou lá primeiro que você. Pode-se fazer isso pessoalmente, por vídeos, livros, palestras, entrevistas. Sim, você pode chegar lá com suas próprias pernas, mas lembre-se: o tempo é o melhor dos professores. Pena que acaba matando todos os seus alunos…
Por último, entre em ação. O sonho é o pai e a ação é a mãe das realizações. Conheço gente que só sonha; com uma “vida melhor”, com realizações, com conquistas, só sonha. Não faz nada efetivo. Vai chegar lá nunca.

E você, o seu objetivo é motivador o suficiente para te mover em direção a ele? Então…

 

 

Ele foi chamado de tolo por sua pesquisa, e agora ganhou o Prêmio Nobel por seu tratamento que cura o câncer

Jim Allison fez algumas das pesquisas médicas mais inovadoras do último quarto de século. Mas, antes de ganhar o Prêmio Nobel por seu trabalho, precisou provar incansavelmente suas teorias contra uma comunidade científica cética.

Nos anos 1990, Allison foi chamado de “tolo” por alegar que o sistema imunológico poderia combater o câncer.

Apesar de ter sido rejeitado várias vezes por outros pesquisadores e empresas farmacêuticas, o imunologista conseguiu desenvolver o que se tornou a base para diversas drogas oncológicas, vencendo o Nobel de Fisiologia ou Medicina em 2018 ao lado de Tasuku Honjo, por descobertas relacionadas com o papel do sistema imunitário na luta contra o câncer.

James Patrick Allison: vida e carreira

Allison se inspirou a pesquisar tratamentos contra o câncer por ter perdido sua mãe com apenas 11 anos, após uma longa e debilitante batalha contra um linfoma. O cientista perdeu ainda um irmão e dois tios para o câncer, bem como ele mesmo venceu a doença em três ocasiões diferentes.

Desde o seu desenvolvimento, a terapia que Allison passou anos aperfeiçoando já tratou com sucesso mais de um milhão de pessoas diagnosticadas em todo o mundo, incluindo o ex-presidente Jimmy Carter.

Em 2018, Allison e Tasuku Honjo dividiram um Nobel de Medicina por desenvolverem pesquisas, separadamente, sobre duas proteínas produzidas por tumores — a CTLA-4 e a PD-1 — que paralisam o sistema imune do paciente durante o tratamento de câncer.

Hoje, ele é professor de imunologia e diretor executivo de imunoterapia no MD Anderson Cancer Center da Universidade do Texas (EUA).

Documentário

Recentemente, o diretor de cinema Bill Haney lançou um documentário sobre Allison chamado “Breakthrough”, saudado como uma obra-prima por alguns críticos.

“Eu estava interessado em fazer um documentário que unisse os americanos”, disse Bill Haney. “Uma das bênçãos do trabalho de Jim é que não há americanos – ricos, pobres, do norte, do sul, vermelhos, azuis – que sejam pró-câncer. Ao observar o incrível trabalho de Jim e sua equipe de colaboradores inspiradores, podemos ver como trabalhar juntos para o bem comum. A revolução científica que Jim desencadeou na imuno-oncologia está mudando a vida de milhões de pacientes e suas famílias, em todo o mundo”.

https://www.youtube.com/watch?v=ySG2AwpSZmw