5 coisas que a música pode fazer com o seu cérebro

Como sabemos, o cérebro é responsável pela percepção que temos do mundo, desde as funções mais básicas do nosso corpo até os sentimentos complexos e quase inexplicáveis passam por esse órgão. Logo, o ato de ouvir música não poderia ser diferente.

Porém, o que talvez você não saiba é que a música causa efeitos muito curiosos em nossos cérebros, chegando a influenciar, inclusive, hábitos de consumo e a forma como percebemos o passar do tempo. Confira, a seguir, uma lista de sensações e benefícios que aquele seu disco  favorito pode proporcionar.

1. Com música, o tempo passa diferente

Já percebeu que todo teleatendimento possui vinheta ou música de espera? Pois aquele toque está ali com um propósito: fazer com que o cliente não perceba que está esperando há muito tempo pelo atendimento. Isso diminui as chances de que a pessoa desligue o telefone antes de resolver o seu problema.

O mesmo truque é usado em consultórios e outros estabelecimentos com sala de espera, além de ser uma das estratégias de lojas, shoppings e mercado para fazer com que as pessoas se sintam menos apressadas durante a compra.

O que acontece, nesses casos, é que a música serve para desviar a sua atenção. Como o cérebro humano possui uma capacidade limitada de recebimento de informações, é provável que acabemos por prestar mais atenção à música do que ao movimento dos ponteiros do relógio.

Mas o contrário também pode acontecer. Ouvir música ao realizar uma tarefa importante, por exemplo, pode fazer com que a pessoa tenha a impressão de que o tempo passou mais rápido, afinal, o trabalho acaba ocupando mais “processamento” do cérebro.

E pense bem antes de escutar “aquela” porcaria enquanto espera por alguém: as músicas que você não gosta podem fazer com que três minutos pareçam 30 dentro da sua cabeça.

2. Música mexe com nosso medo instintivo

Gritos de porcos no abate foram usados na sonoplastia do filme O Exorcista (Fonte da imagem: Divulgação/Warner Bros.)

Quem já assistiu ao filme “O Exorcista” e tremeu de medo durante a cena em que o demônio é expulso do corpo de Reagan já tem uma desculpa para dar aos amigos: aqueles gritos, na verdade, não eram da atriz Linda Blair, mas de porcos sendo preparados para o abate.

Alguns sons despertam o medo no ser humano e, é claro, a indústria cinematográfica sabe muito bem disso. É por isso, por exemplo, que as cenas de suspense ou terror estão sempre acompanhadas de trilhas sonoras que ajudam a intensificar a tensão ou medo que sentimos enquanto assistimos ao filme. Isso funciona porque existem certos sons que os seres humanos irão sempre associar ao perigo iminente ou medo, como o grito de outras pessoas ou espécies de animais. Os cientistas chamam esses sons de “ruídos discordantes”.

Sendo assim, se quiser passar menos medo quando revir o filme, deixe o volume da TV no mínimo.

3. Academia e música: combinação perfeita

Muita gente gosta de ouvir música enquanto corre ou malha o corpo na academia. Curiosamente, isso é muito mais do que uma mania ou mero passatempo, já que diversos benefícios podem ser alcançados dessa forma.

Para começar, a música ajuda o atleta a obter um desempenho melhor, segurando pesos por mais tempo, reduzindo o consumo de oxigênio e concluindo corridas em menos tempo. Parte disso vem da característica citada no primeiro item desta lista: a música distrai. Dessa forma, as pessoas não se preocupam tanto com as dores que sentem nas pernas ou com quantos quilômetros ainda precisam correr.

Mas os benefícios não acabam por aí. A música também ajuda a sincronizar o exercício com o tempo musical. Dessa forma, atletas não perdem tanto tempo e esforço aumentando ou diminuindo a performance de acordo com o próprio ritmo. Como se não bastasse, o MP3 player também pode servir como analgésico para treinos que exigem muito esforço: de acordo com uma pesquisa publicada na The Cochrane Library, quem ouve música depois de ser operado sente menos dores.

4. Mais uma cerveja! E aumenta o som, DJ!

Por esta todo mundo esperava: a música que toca na balada altera a percepção humana sobre as bebidas, fazendo com que clientes consumam mais do que o normal e até solicitem determinados drinks. Quer um exemplo? De acordo com o artigo “The Effect of Background Music on the Taste of Wine” (PDF em inglês), a música clássica faz com que os clientes peçam vinhos mais caros, já que se deixam levar pela ideia de sofisticação e riqueza que circunda as obras de Mozart e outros compositores.

Além disso, outros estudos indicam que a música ambiente também altera o sabor do vinho. Dependendo da canção que está tocando, a bebida pode parecer mais refrescante ou doce do que o normal. O professor Adrian Nort, responsável pelo estudo, também constatou, em uma pesquisa anterior, que se um mercado tocasse músicas com som de acordeão, os clientes acabavam comprando mais vinhos franceses do que alemães.

É claro que isso não se restringe ao mundo dos vinhos. Músicas agitadas e com batidas fortes fazem com que as pessoas consumam mais álcool em bares e boates. Ambientes ruidosos colaboram para que as pessoas percam o bom senso e bebam mais do que o normal.

Mas quando o assunto são os restaurantes, as músicas calmas é que fazem os clientes pedir uma dose extra. Por deixarem os consumidores mais relaxados, é muito provável que eles continuem sentados e conversando, mesmo depois de terem terminado a refeição. Assim, aumentam as chances de que o consumidor peça mais uma garrafa de bebida para continuar o papo.

E caso os hits do momento tenham feito você beber demais, não se preocupe: também há dicas científicas para curar a ressaca.

5. Música melhora a comunicação

Você sempre detestou as aulas de piano ou violão que sua mãe insistia para você fazer? Pois agora, agradeça: estudar música faz com que seja mais fácil reconhecer variações sutis de emoções em outras pessoas. Além disso, em um ambiente com muito barulho, o estudante de música consegue filtrar melhor os ruídos e se concentrar na conversa de que está participando.

Experimentos atestam que estudantes de música conseguem expressar melhor suas emoções e reconhecer o estado emocional de outras pessoas com mais sensibilidade, analisando, por exemplo, o tom de voz da pessoa que estiver falando.

E mais: essa habilidade se torna mais desenvolvida de acordo com o tempo dedicado aos estudos. Portanto, lembre-se: as aulas de música tidas na infância podem ajudar alguém a se tornar um profissional com uma ótima capacidade de comunicação.

…..

Não tem desculpa para deixar a música de lado. Quem gosta de apreciar esse tipo de arte pode fazer uma playlist gratuita no youtube e se deliciar.

Som na caixa, DJ!

Cérebro pode ser treinado para curar doenças

Cientistas brasileiros desenvolveram técnica que modifica conexões e abre caminhos para tratar AVC, Parkinson e até depressão

Roberta Jansen, O Estado de S.Paulo

17 de abril de 2019

O cérebro pode ser treinado para curar as doenças que o acometem. Cientistas brasileiros acabam de apresentar uma técnica de treinamento cerebral capaz de modificar as conexões neuronais em tempo recorde. O trabalho, publicado na Neuroimage, abre o caminho para novos tratamentos para o acidente vascular cerebral (AVC), a doença de Parkinson e até a depressão.
Treinamento do cérebro
Treinamento é chamado de ‘neurofeedback’ e usa ressonâncias magnéticas Foto: Theo Marins/Instituto D’OR

O cérebro se adapta a todo momento – um fenômeno conhecido como neuroplasticidade. Essas mudanças na forma como funciona e conecta suas diferentes áreas são as bases do aprendizado e da memória.

Entender melhor essas interações permite o avanço na compreensão do comportamento humano, das emoções e também das doenças que acometem o cérebro. “Tudo o que a gente é, faz, sente, todo o nosso comportamento é reflexo da maneira como o nosso cérebro funciona”, explica o neurocientista Theo Marins, um dos autores do estudo.

Algumas doenças, segundo o especialista, alteram esse funcionamento. E o cérebro passa a funcionar de maneira doente. “Ensinar” o cérebro a funcionar de maneira correta pode melhorar os sintomas de várias doenças.

Uma das ferramentas que vem sendo utilizadas para compreender melhor essas dinâmicas é o neurofeedback. Assim é chamado o treinamento do cérebro para modificar determinadas conexões. O estudo dos neurocientistas do Instituto D’OR de Ensino e Pesquisa e da UFRJ mostrou que o treinamento é capaz de induzir essas modificações em menos de uma hora.

Para fazer o trabalho, os cientistas contaram com 36 voluntários que se submeteram a exames de ressonância magnética. A atividade neuronal captada no exame é transformada em imagens apresentadas em computadores de acordo com a intensidade. Os voluntários acompanhavam as imagens em tempo real, aprendendo a controlar a própria atividade cerebral.

Enquanto 19 participantes receberam o treinamento real, outros 17 foram instruídos com falsa informação – o que funcionou como uma espécie de placebo. Antes e depois do treino, os pesquisadores registraram as imagens cerebrais que permitiam medir a comunicação (a conectividade funcional) e as conexões (a conectividade estrutural) entre as áreas cerebrais. O objetivo era observar como as redes neurais eram afetadas pelo neurofeedback.

Antes e depois

Ao comparar a arquitetura cerebral antes e depois do treinamento, os cientistas constataram que o corpo caloso (a principal ponte de comunicação entre os hemisférios esquerdo e direito) apresentou maior robustez estrutural. Além disso, a comunicação funcional entre as áreas também aumentou. Para os pesquisadores, é como se o todo o sistema tivesse se fortalecido.

“Sabíamos que o cérebro tem uma capacidade fantástica de modificação. Mas não tínhamos tanta certeza de que era possível observar isso tão rapidamente”, conta Marins.

Desta forma, o treinamento cerebral se revelou uma ferramenta poderosa para induzir a neuroplasticidade. Agora, os pesquisadores esperam utilizá-lo para promover as mudanças necessárias para recuperação da função motora em pacientes que sofreram um AVC, que foram diagnosticados com Parkinson e mesmo com depressão.

“O próximo passo será descobrir se pacientes que sofrem de desordens neurológicas também podem se beneficiar do neurofeedback, se ele é capaz de diminuir os sintomas dessas doenças”, disse a médica radiologista Fernanda Tovar Moll, presidente do Instituto D’OR. “Ainda falta muito para chegarmos a protocolos específicos. Quanto mais entendermos os mecanismos, mais terapias poderemos desenvolver.”

Aulas de Inglês grátis!

Na próxima quarta-feira 🗓, começaremos nosso projeto ENGLISH CLASS FREE 🇺🇸, aulas de Inglês grátis na sede do meu Instituto aqui em Fortaleza🏡.

O projeto é basicamente para conversação, e aberto a quem quiser🧕🏻👳🏽‍♂️👵🏾💂🏼‍♂️👩🏼‍🌾👽. Ajude-me a divulgar, please! 🗣M

uita gente tem vontade/necessidade de falar Inglês, mas não tem condições de pagar um curso💸.

Então, quarta-feira, 19:15 🕢Traga um caderno e uma caneta para anotações📝.

See you, and let’s speak English!👌🏼

Se fizer o que sempre fez, vai continuar obtendo o que sempre obteve

Resultados diferentes pedem ações diferentes. De nada adianta reclamar, sem ações efetivas.

1º) Defina seu objetivo

2º) Identifique a que distância você está dele

3º) Estabeleça um plano para chegar lá

4º) Aprenda com quem já chegou

5º) Faça o que precisa ser feito

Um equívoco comum nos planejamentos estratégicos é começar pelo problema. Onde colocamos o foco, é para lá que vai a nossa energia. Há pessoas que são especialistas em problemas! Para cada solução ela tem um “mas”. Experimente iniciar o processo determinando onde quer chegar, qual o seu objetivo. Depois, sim, examine a situação atual e os possíveis motivos que te levaram até ela. À partir daí, crie alternativas para chegar no seu objetivo. Quanto mais, melhor!
Uma boa maneira de atingir objetivos é estudando as estratégias de quem chegou lá primeiro que você. Pode-se fazer isso pessoalmente, por vídeos, livros, palestras, entrevistas. Sim, você pode chegar lá com suas próprias pernas, mas lembre-se: o tempo é o melhor dos professores. Pena que acaba matando todos os seus alunos…
Por último, entre em ação. O sonho é o pai e a ação é a mãe das realizações. Conheço gente que só sonha; com uma “vida melhor”, com realizações, com conquistas, só sonha. Não faz nada efetivo. Vai chegar lá nunca.

E você, o seu objetivo é motivador o suficiente para te mover em direção a ele? Então…

 

 

Ele foi chamado de tolo por sua pesquisa, e agora ganhou o Prêmio Nobel por seu tratamento que cura o câncer

Jim Allison fez algumas das pesquisas médicas mais inovadoras do último quarto de século. Mas, antes de ganhar o Prêmio Nobel por seu trabalho, precisou provar incansavelmente suas teorias contra uma comunidade científica cética.

Nos anos 1990, Allison foi chamado de “tolo” por alegar que o sistema imunológico poderia combater o câncer.

Apesar de ter sido rejeitado várias vezes por outros pesquisadores e empresas farmacêuticas, o imunologista conseguiu desenvolver o que se tornou a base para diversas drogas oncológicas, vencendo o Nobel de Fisiologia ou Medicina em 2018 ao lado de Tasuku Honjo, por descobertas relacionadas com o papel do sistema imunitário na luta contra o câncer.

James Patrick Allison: vida e carreira

Allison se inspirou a pesquisar tratamentos contra o câncer por ter perdido sua mãe com apenas 11 anos, após uma longa e debilitante batalha contra um linfoma. O cientista perdeu ainda um irmão e dois tios para o câncer, bem como ele mesmo venceu a doença em três ocasiões diferentes.

Desde o seu desenvolvimento, a terapia que Allison passou anos aperfeiçoando já tratou com sucesso mais de um milhão de pessoas diagnosticadas em todo o mundo, incluindo o ex-presidente Jimmy Carter.

Em 2018, Allison e Tasuku Honjo dividiram um Nobel de Medicina por desenvolverem pesquisas, separadamente, sobre duas proteínas produzidas por tumores — a CTLA-4 e a PD-1 — que paralisam o sistema imune do paciente durante o tratamento de câncer.

Hoje, ele é professor de imunologia e diretor executivo de imunoterapia no MD Anderson Cancer Center da Universidade do Texas (EUA).

Documentário

Recentemente, o diretor de cinema Bill Haney lançou um documentário sobre Allison chamado “Breakthrough”, saudado como uma obra-prima por alguns críticos.

“Eu estava interessado em fazer um documentário que unisse os americanos”, disse Bill Haney. “Uma das bênçãos do trabalho de Jim é que não há americanos – ricos, pobres, do norte, do sul, vermelhos, azuis – que sejam pró-câncer. Ao observar o incrível trabalho de Jim e sua equipe de colaboradores inspiradores, podemos ver como trabalhar juntos para o bem comum. A revolução científica que Jim desencadeou na imuno-oncologia está mudando a vida de milhões de pacientes e suas famílias, em todo o mundo”.

https://www.youtube.com/watch?v=ySG2AwpSZmw

Cérebro pode ser treinado para curar doenças

Cientistas brasileiros desenvolveram técnica que modifica conexões e abre caminhos para tratar AVC, Parkinson e até depressão

Roberta Jansen- 17 ABR2019

O cérebro pode ser treinado para curar as doenças que o acometem. Cientistas brasileiros acabam de apresentar uma técnica de treinamento cerebral capaz de modificar as conexões neuronais em tempo recorde. O trabalho, publicado na Neuroimage, abre o caminho para novos tratamentos para o acidente vascular cerebral (AVC), a doença de Parkinson e até a depressão.
(Imagem ilustrativa)

(Imagem ilustrativa)

Foto: Svisio / iStock

O cérebro se adapta a todo momento – um fenômeno conhecido como neuroplasticidade. Essas mudanças na forma como funciona e conecta suas diferentes áreas são as bases do aprendizado e da memória.

Entender melhor essas interações permite o avanço na compreensão do comportamento humano, das emoções e também das doenças que acometem o cérebro. “Tudo o que a gente é, faz, sente, todo o nosso comportamento é reflexo da maneira como o nosso cérebro funciona”, explica o neurocientista Theo Marins, um dos autores do estudo.

Algumas doenças, segundo o especialista, alteram esse funcionamento. E o cérebro passa a funcionar de maneira doente. “Ensinar” o cérebro a funcionar de maneira correta pode melhorar os sintomas de várias doenças.

Uma das ferramentas que vem sendo utilizadas para compreender melhor essas dinâmicas é o neurofeedback. Assim é chamado o treinamento do cérebro para modificar determinadas conexões. O estudo dos neurocientistas do Instituto IDOR de Ensino e Pesquisa e da UFRJ mostrou que o treinamento é capaz de induzir essas modificações em menos de uma hora.

Para fazer o trabalho, os cientistas contaram com 36 voluntários que se submeteram a exames de ressonância magnética. A atividade neuronal captada no exame é transformada em imagens apresentadas em computadores de acordo com a intensidade. Os voluntários acompanhavam as imagens em tempo real, aprendendo a controlar a própria atividade cerebral.

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Antes e depois

Ao comparar a arquitetura cerebral antes e depois do treinamento, os cientistas constataram que o corpo caloso (a principal ponte de comunicação entre os hemisférios esquerdo e direito) apresentou maior robustez estrutural. Além disso, a comunicação funcional entre as áreas também aumentou. Para os pesquisadores, é como se o todo o sistema tivesse se fortalecido.

“Sabíamos que o cérebro tem uma capacidade fantástica de modificação. Mas não tínhamos tanta certeza de que era possível observar isso tão rapidamente”, conta Marins.

Desta forma, o treinamento cerebral se revelou uma ferramenta poderosa para induzir a neuroplasticidade. Agora, os pesquisadores esperam utilizá-lo para promover as mudanças necessárias para recuperação da função motora em pacientes que sofreram um AVC, que foram diagnosticados com Parkinson e mesmo com depressão.

“O próximo passo será descobrir se pacientes que sofrem de desordens neurológicas também podem se beneficiar do neurofeedback, se ele é capaz de diminuir os sintomas dessas doenças”, disse a médica radiologista Fernanda Tovar Moll, presidente do IDOR. “Ainda falta muito para chegarmos a protocolos específicos. Quanto mais entendermos os mecanismos, mais terapias poderemos desenvolver.”

“Ou você abre seu coração, ou algum cardiologista o fará por você”

Texto publicado no site do Médico Neurocientista Deepak Chopra:

“Somos as únicas criaturas na face da terra capazes de mudar nossa biologia pelo que pensamos e sentimos! Nossas células estão constantemente bisbilhotando nossos pensamentos e sendo modificadoas por eles.
Um surto de depressão pode arrasar seu sistema imunológico; apaixonar-se, ao contrário, pode fortificá-lo tremendamente.
A alegria e a realização nos mantém saudáveis e prolongam a vida.
A recordação de uma situação estressante, que não passa de um fio de pensamento, libera o mesmo fluxo de hormônios destrutivos que o estresse. Quem está deprimido por causa da perda de um emprego projeta tristeza por toda parte no corpo – a produção de neurotransmissores por parte do cérebro reduz-se, o nível de hormônios baixa, o ciclo de sono é interrompido, os receptores neuropeptiídicos na superfície externa das células da pele tornam-se distorcidos, as plaquetas sanguíneas ficam mais viscosas e mais propensas a formar grumos e até suas lágrimas contêm traços químicos diferentes das lagrimas de alegria.
Todo este perfil bioquímico será drasticamente alterado quando a pessoa encontra uma nova posição.
Isto reforça a grande necessidade de usar nossa consciência para criar os corpos que realmente desejamos.
A ansiedade por causa de um exame acaba passando, assim como a depressão por causa de um emprego perdido.
O processo de envelhecimento, contudo, tem que ser combatido a cada dia.
Shakespeare não estava sendo metafórico quando disse: “Nós somos feitos da mesma matéria dos sonhos.”
Você quer saber como esta seu corpo hoje?
Lembre-se do que pensou ontem. Quer saber como estará seu corpo amanhã? Olhe seus pensamentos hoje!
Ou você abre seu coração, ou algum cardiologista o fará por você.

Deepak Chopra

A repetição é a mãe do aprendizado

Aprendemos por experiência significativa ou por repetição.
O marketing (no caso o Neuronarketing) sabe disso muito bem!

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16 razões para você começar a ler

Você não tem o hábito de ler, mas quer mudar essa situação? Confira 16 boas razões para você começar a ler e desenvolver o hábito da leitura

 A leitura, além de ser um momento de lazer, também pode trazer muitos benefícios para o corpo e a mente. Se você não possui o hábito de ler, confira 16 coisas que podem melhorar no seu dia a dia somente por meio da leitura:

1 – VOCABULÁRIO

Pesquisas científicas provam que pessoas que leem mais possuem um vocabulário maior e mais rico, além de terem melhores habilidades verbais, como fala e escrita.

2 – ESCRITA

O fato de você ler mais faz com que você tenha um maior vocabulário e saiba como utilizar melhor as palavras. Você saberá como organizá-las e, dessa forma, seu texto será mais fácil de ler e ser compreendido. Por isso que, para as pessoas que querem ser escritoras, a melhor forma de treino é a leitura.

3 – APRENDIZADO

Ler é a forma mais eficiente de aprender. Independentemente do assunto, um livro sempre será a melhor maneira de entender sobre qualquer coisa.

4 – CAPACIDADE DE ANÁLISE

Ler melhora a sua capacidade de analisar e resolver problemas. Ler sobre histórias, ficcionais ou não, irão ajudá-lo a contornar obstáculos da vida real.

5 – BENEFÍCIOS CEREBRAIS

A leitura é benéfica para o seu cérebro, já que ela desenvolve a concentração, o foco seletivo e a imaginação. Todos esses benefícios ajudam a manter o cérebro saudável e jovem, além de melhorar a memória e prevenir o Alzheimer.

6 – METAS E OBJETIVOS

Ler pode ajudá-lo a atingir os seus sonhos, não somente porque você aprende mais coisas lendo, mas também porque a leitura poder inspirar as pessoas. Ler sobre histórias de sucesso faz com que você se sinta mais preparado e motivado para correr atrás dos seus objetivos.

7 – HUMANIZAÇÃO

Muitos livros possuem o poder de humanizar os seus leitores. A leitura pode humanizar e abrir os seus sentimentos, além de desenvolver a sua empatia.

8 – OUTROS MUNDOS  

A leitura pode mandar você para outros mundos. Tanto literalmente quanto metaforicamente, o livro pode levá-lo para até onde a sua imaginação permitir. Essas experiências fazem com que os horizontes do seu mundo também se expandam.

9 – PONTOS DE VISTA

Um bom livro tem o poder de colocar você dentro da pele dos personagens. Dessa forma, você desenvolve a habilidade de ver diferentes perspectivas de uma mesma história. Isso pode ser facilmente utilizado no dia a dia.

10 – PERSPECTIVA

Ler pode trazer novas perspectivas para a sua vida. Um término de namoro ou uma briga com amigos – independentemente do que seja, sempre terá um livro que poderá ajudá-lo nesse momento.

11 – BOM HUMOR

Leitores ávidos costumam ter um nível de estresse bem inferior em relação às outras pessoas. Afinal, livros são ótima forma de fugir da realidade e diminuir o estresse do dia a dia.

12 – ESCLARECIMENTO

Pessoas que leem mais votam melhor e possuem ideias mais críticas. Ou seja, a leitura pode transformar você em uma pessoa esclarecida.

13 – CRIATIVIDADE

Ler diferentes histórias faz com que a sua criatividade seja muito mais potente em comparação às pessoas que não costumam ler. Além de ajudar a criar as suas próprias histórias, a criatividade também é importante em outras áreas da vida, tanto para resolver problemas, como para ter novas ideias.

14 – AUTOESTIMA

As pessoas que leem mais frequentemente se sentem mais inteligente e, por isso, tendem a ter a autoestima mais alta.

15 – CONTEÚDO

A leitura traz conteúdo útil para as pessoas. Se você quer “puxar assunto” com um desconhecido, que tal falar sobre os últimos livros que você leu? Ou os best-sellers do mercado? Livro pode ser um tema melhor para começar uma conversa do que o capítulo de ontem da novela.

16 – CUSTO X BENEFÍCIO

Livros são formas baratas e proveitosas de entretenimento. Ir à biblioteca, inclusive, é de graça. Além do mais, livros demoram mais tempo para serem terminados e a história fica guardada em sua mente por anos


Por: Fabrício Luís Pereira

Professor de Língua Portuguesa, com ênfase em Literatura, Gramática e Produção Textual
Linkedin: www.linkedin.com/in/fabricioluispereira/

Isso explica muita coisa

Brasileiro lê em média 2,43 livros por ano, diz pesquisa

O estudo revelou ainda que 30% da população nunca comprou um livro.

Por Redação Portal T5

Por ano, o brasileiro lê em média 2,43  livros, como mostrou a pesquisa divulgada na 4ª edição dos “Retratos da  Leitura no Brasil”, desenvolvida em março de 2016, pelo Instituto  Pró-Livro. De acordo com o professor Harry Carvalho, vários fatores  podem contribuir para a falta de costume em ler, como a desigualdade  social, o analfabetismo, a falta de estrutura familiar e o educacional.

O  estudo revelou ainda que 30% da população nunca comprou um livro. Para  Harry Carvalho, não é difícil de entender esse quadro social, já que no  Brasil o analfabetismo ainda é uma realidade que atinge 11,8 milhões de  pessoas, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística  (IBGE) de 2017. “A educação e o processo de ensino aprendizado fazem  parte da sociedade desde logo cedo. Então, quem terá o primeiro contato  com as crianças será a família e posteriormente a escola. Se no seio  familiar existir uma cultura de leitura, já teremos um bom começo, mas  se não, aí essa prática vai se isolar e depender totalmente da escola”,  destacou o professor, Harry Carvalho.

Entre as principais  motivações para a leitura das pessoas que foram ouvidas na pesquisa  estão: o gosto pela leitura (25%), atualização cultural (19%), distração  (15%), motivos religiosos (11%), crescimento pessoal (10%), exigência  escolar (7%) e atualização profissional ou exigência do trabalho (7%).  “Creio que se o hábito for criado desde a infância teremos mais  facilidade no desenvolvimento educacional dos indivíduos e da sociedade,  mas se não, poderemos sim criar tais hábitos”, informou Harry.

Como estimular o hábito de leitura?
Identificar nas pessoas gostos, prazer e satisfação de certos assuntos
Falar sobre leitura e de sua contribuição para o desenvolvimento
Indicar livros que se adequem aos gostos
Apresentar sites e/ou bibliotecas
Criar um horário/disciplina para se ler
Discutir e refletir sobre o que leu

Dicas de leitura 

Para crianças – Crianças do Brasil:  Suas histórias, seus brinquedos, seus sonhos. Autor: José Santos.  Ilustrador: Cláudio Martins – Com ele, o leitor é convidado a descobrir o  universo de meninos e meninas dos quatro cantos do país. Além disso,  veremos nesta obra questões como ecologia, geografia, política,  realidade social do Brasil.

Para adolescentes – O retrato de Dorian Gray. Autor: Oscar  Wild – Trará grandes questionamentos filosóficos sobre a vida, além de  despertar ao leitor uma noção de temporalidade.

Para adultos – Modernidade Líquida. Autor: Zigmunt  Bauman – Nos traz a reflexão de uma sociedade solúvel, líquida e  relativa, onde tudo se dissolve antes mesmo de ser concluída. Onde as  coisas não foram feitas para durar, onde o individualismo e seus  caprichos ofuscam as relações duradouras e concretas entre os indivíduos  causando assim uma socialização instantânea.

Texto: Vanessa Braz